Como o alergista pode ajudar você a levar uma vida mais saudável

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Coceira na pele, dificuldades respiratórias, rejeição a certos alimentos. Esses são alguns sintomas que podem anunciar que você tem uma alergia. Por isso, ao menor sinal, é importante consultar um profissional especializado antes que o problema se torne maior e mais incômodo.

Há quem procure um dermatologista ou um otorrinolaringologista, que podem parecer soluções óbvias para essas manifestações. No entanto, é muito importante manter a consulta com um alergista em dia, pois pequenos e leves quadros podem evoluir para uma situação mais incômoda se não tiver os devidos cuidados.

Mas você sabe exatamente o que esse médico faz? Como ele pode ajudar você a ter mais qualidade de vida? Tire essas e outras dúvidas com a leitura deste artigo!

O que faz o médico alergista?

O médico alergista ainda é pouco conhecido pelo público, por isso, é importante falar um pouco sobre o que ele faz. Sua principal responsabilidade é diagnosticar e tratar doenças alérgicas, algumas delas muito comuns.

Essa especialidade também realiza a prevenção de alergias, para que o paciente diminua a frequência das crises e tenha mais qualidade de vida. Assim, as idas ao médico diminuem, as reações são mais amenas e lidar com a doença no dia a dia gera menos desconforto.

Quando é necessário marcar uma consulta?

Segundo a médica alergista Dra. Ticiane Ribas, existem duas condições que demonstram a necessidade de uma consulta. “Toda vez que aparecer uma lesão acompanhada de coceira, vermelha ou não, e toda vez que algum quadro respiratório se apresentar, como tosse, febre, nariz escorrendo, dor de cabeça, congestão nasal, falta de ar, dor no peito e mais”, explica.

Ela ainda reforça que tais recomendações são válidas tanto para crianças quanto para adultos. É de suma importância não adiar esse momento para que a alergia seja combatida com eficiência e rapidez.

Do contrário, pode se instalar e evoluir para doenças mais sérias. Nesse caso, precisarão de tratamentos mais demorados e, até mesmo, o envolvimento de outros especialistas.

Quais são os tipos de alergias mais comuns?

Somente um médico alergista poderá diagnosticar qual é o tipo de alergia que você tem. Porém, é importante estar ciente dos tipos de alergias mais usuais para ficar atento, caso algum sintoma se manifeste eventualmente. Aqui estão eles!

Alergia respiratória

As alergias respiratórias são provenientes do contato com a poeira e com ácaros, que provocam reações extremas em alérgicos. Conforme pontua a Dra. Ticiane Ribas, elas se estruturam em quadros de rinite, inflamação nasal, sinusite, dor de cabeça e nariz escorrendo.

A coceira, os espirros contínuos e a coriza também são comuns. O alergista pode ajudar a indicar as melhores formas de prevenção e tratamento para sinusite, por exemplo, muito comum entre as pessoas.

Alergia de pele

A alergia de pele, por sua vez, provoca coceiras e lesões na pele, de tom avermelhado ou não. Elas costumam se apresentar após contato com cremes, perfumes e demais cosméticos, picadas de inseto e, até mesmo, aproximação de animais, como gatos e cachorros.

Alergia alimentar

A Dra. Ticiane Ribas ainda aponta considerações sobre a alergia a alimentos. De acordo com a alergista, ovos, leite e outros que contêm glúten são os principais causadores desse tipo de alergia. As reações incluem vômito, diarreia e manchas na pele. Em casos mais graves, o choque anafilático também acontece.

Alergia nos olhos

A alergia nos olhos mais conhecida é a conjuntivite. Contudo, ela pode tomar novas formas e ganhar outros nomes, de acordo com os sintomas.

Eles variam entre lacrimejamento excessivo, coceira e vermelhidão. Caso não seja tratada com urgência, pode até mesmo atingir a capacidade de visão, comprometendo a saúde dos olhos.

Alergia medicamentosa

Por fim, a alergia medicamentosa é quando o sistema imunológico reage contra a ingestão ou aplicação de um medicamento. Nosso organismo considera essa absorção prejudicial, quando na verdade, ela não deveria ser. É imprevisível, daí a importância de nunca se automedicar.

Como é feito o diagnóstico de uma alergia?

Dra. Ticiane Ribas explica que, em primeiro lugar, o histórico clínico do paciente é realizado. Ele é feito para avaliar sua saúde e possíveis questões familiares em termos de doenças e herança genética. Depois, os exames ficam mais específicos e se voltam para o físico do indivíduo.

“Raio-X, exames de refluxo e de sangue são também essenciais, inclusive, para diagnosticar outros tipos de doença. Além disso, alguns testes de alergia são realizados: o cutâneo de leitura imediata, chamado de Prick teste, e o de contato, denominado Patch teste”, diz.

Qual é o acompanhamento realizado pelo alergista?

O alergista atua com acompanhamento constante ao paciente, para avaliar melhoras e pioras e reações às propostas de tratamento realizadas. Uma delas é a imunoterapia, que, conforme a Dra. Ticiane Ribas explica, “consiste em vacinas que diminuem os sintomas”.

Elas são usadas em casos de pacientes que apresentam reações graves e manifestações clínicas. Além disso, o tratamento com medicamentos é bastante comum.

A dosagem varia de acordo com o caso, e pode ser diminuída, à medida que as melhoras se tornem uma constante, até não ser mais necessária. No caso da alergia a alimentos, a reeducação alimentar precisa ser implementada e pode contar com a orientação de um nutricionista.

Quais são os riscos de não tratar uma alergia?

Uma alergia não tratada pode acarretar inúmeros problemas mais graves de saúde. Infecções e outros agravos, como doenças respiratórias graves podem ser desenvolver. O indivíduo ainda sente mais desconforto para dormir, não consegue se alimentar bem e passa a ter uma rotina mais desregrada, o que influencia muito seu bem-estar.

Dra. Ticiane Ribas reitera: “As doenças alérgicas são crônicas, ou seja, precisam de um tratamento contínuo para manter a imunidade do paciente sob controle, além de garantir sua qualidade de vida”. Portanto, diante de qualquer sintoma, não deixe de procurar a orientação de um especialista.

Como você pôde perceber, receber os cuidados específicos de um médico alergista assegura a sua qualidade de vida. Além, é claro, de prevenir várias condições mais graves e outros problemas de saúde. É importante, também, ser responsável, evitar a automedicação e nunca adiar o contato com esse profissional, para que a alergia seja amenizada e até mesmo erradicada o quanto antes.

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