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Gastrite

Gastrite: sintomas, causas e como tratar

A gastrite é a inflamação do revestimento interno do estômago, a mucosa gástrica. Essa camada de células é responsável por produzir ácido gástrico, muco protetor e enzimas digestivas. Quando ela é agredida com frequência ou de forma intensa, surge a inflamação.

É uma das condições gastrointestinais mais comuns no Brasil. Afeta pessoas de todas as idades, mas é especialmente frequente em adultos que vivem sob estresse crônico, fazem uso frequente de anti-inflamatórios ou têm a bactéria Helicobacter pylori no estômago.

A maioria dos casos de gastrite é tratável. Mas deixar sem cuidado, especialmente a gastrite crônica, aumenta o risco de úlcera péptica e, em casos mais raros, de câncer gástrico.

Saiba mais sobre a gastrite aqui:

O que acontece no estômago durante a gastrite?

O estômago é protegido por uma camada de muco que o separa do ácido que ele próprio produz. 

Quando essa camada protetora é comprometida, o ácido entra em contato direto com as células da mucosa e causa inflamação, irritação e, em casos mais avançados, lesões na parede gástrica.

Esse processo pode ser rápido e intenso (gastrite aguda) ou lento e progressivo ao longo de anos (gastrite crônica). 

A gastrite crônica, quando não tratada, pode levar à atrofia da mucosa gástrica, que é a perda progressiva das células que produzem ácido e fator intrínseco, necessário para absorver vitamina B12.

Gastrite

Tipos de gastrite

A gastrite é classificada de diferentes formas, conforme a duração, a causa e as características histológicas. As mais relevantes clinicamente são:

Gastrite aguda

Surge rapidamente e costuma ter causa identificada: uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) como ibuprofeno e aspirina, consumo excessivo de álcool, estresse intenso (gastrite de estresse, comum em pacientes internados gravemente), ou ingestão de substâncias irritantes.

A gastrite aguda costuma melhorar quando o fator causador é removido. Um exemplo comum: pessoa que toma ibuprofeno por vários dias seguidos sem proteção gástrica e desenvolve dor e náusea que somem ao parar o medicamento.

Gastrite crônica

Persiste por meses ou anos. A causa mais comum é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, presente em mais de 60% dos adultos brasileiros. 

A gastrite crônica pode evoluir para atrofia gástrica, metaplasia intestinal e, em uma minoria de casos, adenocarcinoma gástrico.

Gastrite erosiva

Caracterizada por erosões superficiais na mucosa, pequenas lesões que ainda não chegaram à profundidade de uma úlcera. 

É frequentemente causada por AINEs e pode sangrar, causando hematêmese (vômito com sangue) ou melena (fezes escuras e com cheiro forte por sangue digerido).

Gastrite autoimune

O próprio sistema imunológico ataca as células parietais do estômago, que produzem ácido e fator intrínseco. Isso leva à deficiência de vitamina B12, causando anemia perniciosa. 

É menos comum, mas frequentemente subdiagnosticada. Ocorre mais em mulheres e tem associação com outras doenças autoimunes como tireoidite de Hashimoto.

Gastrite por H. pylori

É a forma mais comum de gastrite crônica no mundo. A bactéria coloniza a mucosa gástrica, produz toxinas que danificam a camada protetora e geram inflamação persistente. 

A transmissão é fecal-oral, por água ou alimentos contaminados ou por contato próximo com pessoa infectada. A erradicação da bactéria resolve a gastrite na maioria dos casos.

Gastrite nervosa

Gastrite nervosa é o nome popular para os sintomas gástricos desencadeados ou agravados pelo estresse e pela ansiedade. Tecnicamente, não é um diagnóstico médico formal: o que ocorre é que o estado emocional altera o funcionamento do sistema digestivo por meio do eixo cérebro-intestino.

O estresse crônico aumenta a produção de cortisol, reduz o muco protetor da mucosa gástrica, altera a motilidade do estômago e aumenta a sensibilidade à dor visceral. O resultado são sintomas reais como dor epigástrica, náusea, empachamento e queimação, mesmo sem lesão visível na endoscopia.

Quando a endoscopia não mostra inflamação, o diagnóstico mais preciso é dispepsia funcional, não gastrite. Mas os dois quadros podem coexistir, e o tratamento emocional faz parte da abordagem em ambos os casos.

O tratamento da gastrite nervosa envolve tanto o controle dos sintomas gástricos (com IBPs ou antiácidos quando necessário) quanto o manejo do estresse: psicoterapia, atividade física, sono adequado e, em alguns casos, medicação ansiolítica ou antidepressiva prescrita pelo médico. 

Tratar apenas o estômago sem abordar a causa emocional tende a gerar ciclos repetidos de melhora e piora. Tenha o tratamento multidisciplinar necessário pelo AmorSaúde

Causas e fatores que irritam a mucosa gástrica

Além do H. pylori e dos AINEs, vários outros fatores podem causar ou agravar a gastrite:

  • Consumo excessivo de álcool: o etanol danifica diretamente as células da mucosa e inibe a produção de muco protetor
  •  Tabagismo: a nicotina reduz o fluxo sanguíneo para a mucosa e dificulta a cicatrização
  • Estresse crônico: altera a motilidade gástrica e a produção de muco
  • Uso prolongado de corticoides: reduzem a síntese de prostaglandinas protetoras da mucosa
  • Refluxo biliar: quando a bile do duodeno retorna ao estômago e irrita a mucosa
  • Dieta irregular: longos períodos em jejum aumentam a exposição da mucosa ao ácido
  • Alimentos irritantes em excesso: pimenta, café em demasia, álcool e alimentos muito ácidos
  • Doenças sistêmicas: doença de Crohn, sarcoidose e vasculites podem afetar o estômago
  • Radioterapia abdominal: pode causar gastrite actínica

Sintomas da gastrite

Um dado que surpreende muitas pessoas: boa parte das gastrites, especialmente as crônicas por H. pylori, não causa sintomas. A inflamação progride silenciosamente até ser detectada por endoscopia pedida por outro motivo.

Quando os sintomas aparecem, os mais comuns são:

  • Dor ou desconforto na região epigástrica (entre o umbigo e o esterno), que pode ser em queimação, aperto ou pontada
  • Náusea, com ou sem vômito
  • Sensação de empachamento ou plenitude gástrica mesmo após refeições pequenas
  • Eructações frequentes (arrotos)
  • Perda de apetite
  • Azia ou queimação que sobe para o peito (quando há refluxo associado)
  • Vômito com sangue ou material com aspecto de borra de café (sinal de sangramento que exige atenção urgente)
  • Fezes escuras e com odor forte (melena), também sinal de sangramento digestivo

Vômito com sangue e fezes escuras são sinais de sangramento digestivo e exigem avaliação médica urgente, de preferência no pronto-socorro. Não aguarde para ver se melhora.

Como é feito o diagnóstico de gastrite

Como é feito o diagnóstico de gastrite?

O diagnóstico definitivo de gastrite é feito pela endoscopia digestiva alta (EDA), que permite visualizar diretamente a mucosa do esôfago, estômago e duodeno. 

Durante o exame, é possível coletar fragmentos da mucosa (biópsia) para análise histológica e pesquisa de H. pylori.

Nem todo paciente com suspeita de gastrite precisa de endoscopia imediatamente. Em pessoas jovens, sem sinais de alarme e com sintomas leves, o médico pode iniciar tratamento empírico. A endoscopia é indicada quando há:

  • Idade acima de 45 anos com sintomas dispépticos novos
  • Sinais de alarme: perda de peso não intencional, disfagia, vômito persistente, sangramento ou anemia
  • Sintomas que não melhoram após tratamento empírico
  • Histórico familiar de câncer gástrico
  • Uso crônico de AINEs com suspeita de lesão mucosa

Para pesquisar H. pylori sem endoscopia, o médico pode solicitar o teste respiratório da ureia (teste do sopro), sorologia ou pesquisa do antígeno fecal. Cada método tem sensibilidade e indicações diferentes.

Como tratar a gastrite?

O tratamento depende da causa. Por isso, automedicação prolongada com antiácidos ou inibidores de bomba de prótons (IBP) sem investigação da causa não é recomendada. Cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico.

Erradicação do H. pylori

Quando a gastrite é causada pelo H. pylori, o tratamento padrão é a terapia tripla: dois antibióticos (geralmente claritromicina e amoxicilina) associados a um inibidor de bomba de prótons, por 10 a 14 dias. 

A erradicação é confirmada pelo teste do sopro de 4 a 8 semanas após o fim do tratamento.

A taxa de sucesso da terapia tripla padrão tem caído nos últimos anos por causa do aumento da resistência bacteriana à claritromicina. Em casos de falha, o médico ajusta o esquema com outros antibióticos.

Inibidores de bomba de prótons (IBP)

Omeprazol, pantoprazol, esomeprazol e lansoprazol reduzem a produção de ácido gástrico e são a base do tratamento de gastrite sintomática. São eficazes e bem tolerados no curto prazo.

O uso prolongado sem indicação, porém, tem riscos: deficiência de magnésio, vitamina B12 e maior predisposição a infecções intestinais.

Protetores da mucosa e antiácidos

Sucralfato e bismuto formam uma camada protetora sobre a mucosa lesionada. 

Antiácidos como hidróxido de alumínio e magnésio neutralizam o ácido já produzido e aliviam os sintomas rapidamente, mas não tratam a causa.

Suspensão de fatores agravantes

Interromper ou substituir os AINEs, reduzir o álcool, parar de fumar e tratar o estresse são medidas indispensáveis. 

Sem remover a causa, qualquer medicamento apenas alivia os sintomas temporariamente.

O AmorSaúde oferece tratamento para gastrite. Nossa rede conta com consultas especializadas em gastroenterologia, focadas no diagnóstico e manejo de problemas gástricos como queimação, dor abdominal e inflamações, incluindo o uso de medicações para controle de ácido. Diante dos sinais, não deixe de agendar sua consulta o quanto antes.

Alimentação na gastrite: o que evitar e o que ajuda?

Não existe uma dieta única para gastrite. As restrições devem ser individualizadas conforme os gatilhos de cada pessoa. O que irrita o estômago de uma pessoa pode ser bem tolerado por outra.

Alimentos e hábitos que costumam piorar a gastrite

  • Café em excesso: estimula a produção de ácido. Pequenas quantidades são toleradas por muitas pessoas
  • Bebidas alcoólicas: irritam diretamente a mucosa
  • Alimentos muito apimentados: pimenta e outros condimentos picantes aumentam a irritação em pessoas sensíveis
  • Alimentos muito ácidos: tomate, laranja e vinagre podem piorar os sintomas em alguns pacientes
  • Refrigerantes: a carbonação aumenta a pressão intragástrica e o refluxo
  • Refeições muito grandes: distensão excessiva do estômago piora os sintomas
  • Jejum prolongado: a ausência de alimento deixa a mucosa exposta ao ácido sem tamponamento

Hábitos que ajudam no controle da gastrite

  • Fazer refeições em horários regulares e não ficar muitas horas sem comer
  • Comer devagar e mastigar bem os alimentos
  • Evitar deitar imediatamente após comer: aguardar pelo menos duas horas
  • Preferir preparações cozidas, assadas ou grelhadas a fritas
  • Beber água ao longo do dia entre as refeições, não durante
  • Reduzir o estresse: a relação entre estado emocional e sintomas gástricos é bem documentada

Nutricionistas especializados em saúde digestiva podem ajudar a montar um plano alimentar individualizado que respeite os gatilhos específicos de cada pessoa, sem restrições desnecessárias.

Gastrite e úlcera gástrica: qual a diferença?

Gastrite é a inflamação superficial da mucosa. Úlcera péptica é uma lesão mais profunda, que atravessa a camada protetora e forma uma ferida na parede do estômago ou do duodeno.

A gastrite crônica não tratada pode evoluir para úlcera, mas nem toda gastrite vira úlcera. A úlcera causa dor mais intensa, frequentemente em jejum (que melhora com alimentação) ou à noite, e tem maior risco de sangramento e perfuração.

Ambas as condições são diagnosticadas por endoscopia e o tratamento se sobrepõe em grande parte. A diferença é que a úlcera exige período de tratamento mais longo e acompanhamento mais rigoroso.

Gastrite crônica e risco de câncer gástrico

A gastrite crônica por H. pylori é classificada pela OMS como carcinógeno do grupo 1 para câncer gástrico. Isso significa que a infecção não tratada aumenta o risco de desenvolver câncer de estômago ao longo de anos.

A progressão segue uma sequência conhecida como cascata de Correa: gastrite crônica, atrofia gástrica, metaplasia intestinal, displasia e adenocarcinoma. Esse processo leva décadas e não ocorre na maioria das pessoas infectadas pelo H. pylori.

A erradicação do H. pylori reduz o risco de progressão para câncer, especialmente quando feita antes de já existir atrofia ou metaplasia estabelecida. Por isso, o tratamento não é opcional em pessoas com diagnóstico confirmado.

Gastrite na gestação

A gestação favorece sintomas gástricos por vários mecanismos: a progesterona relaxa o esfíncter esofágico inferior, favorecendo refluxo; o útero crescente comprime o estômago; e o aumento de hormônios altera a motilidade digestiva.

A maioria dos casos de azia e refluxo na gestação é gerida com mudanças alimentares e, quando necessário, com antiácidos seguros na gestação, como carbonato de cálcio. IBPs como omeprazol podem ser usados com orientação médica em casos mais intensos.

O tratamento do H. pylori durante a gestação geralmente é adiado para após o parto por causa dos antibióticos envolvidos no esquema. Cada caso deve ser avaliado pelo obstetra e pelo gastroenterologista.

CID gastrite

O CID (Classificação Internacional de Doenças) é o sistema usado para registrar diagnósticos em prontuários, atestados e laudos médicos. A gastrite está classificada no CID-10 dentro do grupo K29, que engloba as gastrites e duodenites.

Os códigos mais usados na prática clínica são: K29.0 para gastrite hemorrágica aguda; K29.1 para outras gastrites agudas; K29.3 para gastrite alcoólica crônica; K29.4 para gastrite atrófica crônica; K29.5 para gastrite crônica não especificada, o código mais comum no dia a dia; K29.6 para outras gastrites; e K29.7 para gastrite não especificada.

O código K29.5 aparece com frequência em atestados e laudos porque é usado quando não há especificação do tipo ou da causa da gastrite. Se o diagnóstico for confirmado por endoscopia com biópsia positiva para H. pylori, o médico pode registrar também o B96.81, que corresponde à infecção pelo Helicobacter pylori como causa classificada em outros capítulos.

O CID é um código de registro administrativo e não define o tratamento. A conduta clínica depende do tipo de gastrite, da causa identificada e do quadro geral do paciente.

Aviso importante

As informações deste artigo são educativas e não substituem a consulta médica. 

Gastrite com sintomas persistentes, sangramento digestivo, perda de peso ou dificuldade para engolir exige avaliação clínica e, em muitos casos, endoscopia. 

Não use inibidores de ácido de forma prolongada sem investigação da causa. 

Cada caso deve ser avaliado e tratado individualmente. Agende sua consulta com um médico especialista pelo AmorSaúde.

Perguntas frequentes sobre gastrite

Perguntas frequentes sobre gastrite

Gastrite tem cura?

Depende da causa. A gastrite por H. pylori tem cura após a erradicação bem-sucedida da bactéria. A gastrite por AINEs melhora ao suspender o medicamento. A gastrite autoimune não tem cura, mas tem controle. A gastrite crônica sem causa tratada pode persistir e exige acompanhamento. 

Quem tem gastrite pode tomar leite? 

Pode, mas com moderação. O leite alivia a azia momentaneamente por neutralizar o ácido, mas estimula a produção de mais ácido logo depois, o que pode piorar os sintomas. Não existe proibição absoluta, mas consumo excessivo, especialmente à noite, tende a agravar o quadro em pessoas sensíveis. Cada paciente reage de forma diferente e deve observar sua própria tolerância.

O que não pode comer com gastrite? 

Não há lista única proibida para todos. Os alimentos que mais frequentemente pioram os sintomas são: bebidas alcoólicas, café em excesso, alimentos muito apimentados, frituras, refrigerantes, alimentos muito ácidos como laranja e tomate em excesso, e refeições muito grandes. Jejum prolongado também irrita a mucosa. O ideal é identificar os próprios gatilhos e evitá-los, sem restrições desnecessárias.

Quais são os 3 tipos de gastrite? 

Os principais são a gastrite aguda, de início rápido e geralmente causada por anti-inflamatórios, álcool ou estresse intenso; a gastrite crônica, que persiste por meses ou anos e tem como causa mais comum a bactéria H. pylori; e a gastrite atrófica, em que a mucosa perde progressivamente suas células funcionais, podendo ser causada pelo H. pylori ou por doença autoimune. Cada tipo tem tratamento diferente e deve ser investigado pelo médico, idealmente com endoscopia.

O que é H. pylori e como é tratado?

Helicobacter pylori é uma bactéria que coloniza a mucosa gástrica e causa inflamação crônica. O tratamento padrão é a terapia tripla: dois antibióticos mais um inibidor de bomba de prótons por 10 a 14 dias. A erradicação deve ser confirmada por exame após o tratamento.

Gastrite é contagiosa?

A gastrite em si não é, mas a principal causa dela, o H. pylori, é transmissível. A transmissão ocorre pela via fecal-oral, por água ou alimentos contaminados ou por contato próximo com pessoa infectada. Boas práticas de higiene, como lavar as mãos antes de comer, reduzem o risco.

Estresse causa gastrite?

O estresse não causa gastrite sozinho, mas agrava e mantém a inflamação. Ele altera a motilidade gástrica, reduz a produção de muco protetor e aumenta a sensibilidade visceral, fazendo com que a pessoa sinta mais dor com estímulos que normalmente não causariam desconforto.

Posso tomar anti-inflamatório com gastrite?

Com cautela e orientação médica. AINEs como ibuprofeno e naproxeno são causas comuns de gastrite e úlcera. Quando o uso é necessário, o médico pode associar um protetor gástrico como omeprazol. Sempre prefira o menor tempo de uso e a menor dose eficaz.

Gastrite dá febre?

A gastrite simples geralmente não causa febre. Febre associada a dor abdominal intensa pode indicar complicações como perfuração gástrica, peritonite ou outras condições abdominais graves. Esse quadro exige avaliação médica urgente.

Café faz mal para quem tem gastrite?

Depende da pessoa. O café estimula a produção de ácido e pode piorar os sintomas em pessoas sensíveis. Muitos pacientes com gastrite toleram uma xícara por dia sem problemas, especialmente após refeição. O que a maioria não tolera bem é café em jejum ou em grande quantidade.

Quanto tempo demora para a gastrite curar?

A gastrite aguda melhora em dias a poucas semanas após remover a causa e iniciar o tratamento. A gastrite crônica por H. pylori pode levar de 4 a 8 semanas de tratamento para atingir a remissão. A gastrite atrófica não é reversível, mas pode ser controlada e monitorada. O acompanhamento médico define o tempo de tratamento em cada caso.

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