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Dia do Dermatologista

Dia do Dermatologista: conheça a importância desse especialista

O Dia do Dermatologista é comemorado no dia 5 de fevereiro no Brasil. 

A data homenageia os profissionais responsáveis pela saúde da pele, cabelos e unhas, órgãos que refletem diretamente nosso estado de saúde geral.

Saiba mais sobre a data, o especialista e sua importância para nossa saúde:

Dia do Dermatologista

Por que existe o Dia do Dermatologista?

A dermatologia foi reconhecida como especialidade médica no Brasil em 5 de fevereiro de 1912. É também a data que marca a fundação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Desde então, o dia marca a importância desses profissionais na prevenção e tratamento de mais de 3 mil doenças de pele catalogadas.

O Dia do Dermatologista reconhece a importância desses profissionais na promoção da saúde cutânea e na prevenção de doenças dermatológicas, incluindo o câncer de pele. A data também serve para conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a pele e da consulta regular ao dermatologista.

Dermatologistas também salvam vidas. O câncer de pele é o tipo mais comum no Brasil, com 220 mil novos casos por ano. Quando detectado precocemente por um dermatologista, tem 95% de chance de cura.

O que faz um dermatologista?

O dermatologista é o médico responsável por diagnosticar, tratar e prevenir doenças da pele, cabelos e unhas.

No AmorSaúde, os dermatologistas atendem desde casos comuns, como acne e alergias cutâneas, até condições mais complexas, como câncer de pele, sempre com foco em cuidado acessível e acompanhamento de qualidade.

Esses médicos também cuidam de cabelo e unhas. Queda capilar, caspa persistente, micose de unha e manchas nas unhas podem indicar problemas sistêmicos que exigem investigação profunda.

Procedimentos estéticos só podem ser realizados por dermatologistas ou cirurgiões plásticos. Aplicação de botox, preenchimentos, peelings químicos e laser exigem conhecimento anatômico profundo para evitar complicações graves.

Formação do Dermatologista

Tornar-se dermatologista leva no mínimo 9 anos. São 6 anos de medicina, mais 3 anos de residência médica em dermatologia. A concorrência para vagas de residência é acirrada: apenas 1 em cada 15 candidatos consegue vaga.

Durante a residência, o médico atende milhares de pacientes, realiza cirurgias dermatológicas, aprende procedimentos a laser, microscopia e diagnóstico de doenças raras. Treina em hospitais-escola sob supervisão de especialistas experientes.

Após a residência, pode fazer prova de título pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. O título de especialista comprova conhecimento atualizado e é renovado periodicamente com educação continuada.

Muitos dermatologistas fazem subespecializações como dermatologia pediátrica, oncologia cutânea, cosmiatria, hansenologia ou cirurgia dermatológica. Cada área exige 1-2 anos adicionais de treinamento.

Quando você deve procurar um dermatologista?

Uma consulta com um dermatologista é tão importante quanto uma consulta com qualquer outro médico especialista. 

Marque uma consulta se notar pintas que mudaram de cor, tamanho ou formato. Assimetria, bordas irregulares, múltiplas cores numa mesma lesão ou diâmetro maior que 6mm são sinais de alerta para melanoma.

Acne que não melhora com tratamentos de farmácia, deixa cicatrizes ou surge após os 25 anos precisa de avaliação médica. Pode indicar alterações hormonais que requerem exames laboratoriais.

Coceira intensa que dura mais de 2 semanas, mesmo com hidratantes, não é normal. Pode ser dermatite de contato, escabiose, reação alérgica ou até problema renal ou hepático se manifestando na pele.

Também manchas brancas, escuras ou avermelhadas que aparecem sem motivo aparente devem ser investigadas. Vitiligo, melasma e rosácea têm tratamentos eficazes quando iniciados cedo.

Feridas que não cicatrizam em 4 semanas, sangram facilmente ou formam crostas recorrentes podem ser câncer de pele. Não espere piorar.

Principais doenças tratadas por dermatologistas

Principais doenças tratadas por dermatologistas

Câncer de Pele

Tipo mais comum de câncer no Brasil, mas também o mais curável. Dermatologistas identificam lesões suspeitas, fazem biópsia e removem cirurgicamente. Exame dermatológico anual reduz mortalidade em 60%.

Psoríase

Doença autoimune que causa placas vermelhas descamativas. Não tem cura, mas tratamentos modernos controlam sintomas em 80% dos casos. Biológicos são disponíveis pelo SUS e ajudam na qualidade de vida dos pacientes.

Dermatite Atópica

Afeta 20% das crianças brasileiras. Coceira intensa prejudica sono e o desenvolvimento. Hidratação adequada e medicamentos tópicos melhoram o quadro drasticamente.

Melasma

Manchas escuras no rosto, comuns em gestantes e mulheres que usam anticoncepcional. Tratamento combina clareadores tópicos, protetor solar rigoroso e procedimentos em consultório.

Hanseníase

O Brasil é o segundo país com mais casos no mundo. Manchas com perda de sensibilidade são sinal clássico. O tratamento é gratuito e cura a doença, mas o diagnóstico tardio causa sequelas permanentes.

Sinais de que você está com problema sério de pele

  • Pinta que sangra espontaneamente sem trauma. Melanoma frequentemente sangra ou forma casca que cai e volta a sangrar.
  • Mancha que cresce rapidamente em semanas. Câncer de pele basocelular e espinocelular têm crescimento acelerado.
  • Coceira que não melhora com anti-histamínicos. Pode ser sarna, reação alérgica severa ou manifestação de doença interna como problema renal ou hepático.
  • Ferida que não cicatriza em 1 mês, especialmente em áreas expostas ao sol. Sinal clássico de carcinoma basocelular.
  • Erupção cutânea acompanhada de febre, dor articular ou inchaço. Pode indicar doença autoimune como lúpus ou reação alérgica grave que exige atendimento imediato.

Dermatologia preventiva: quando começar?

A primeira consulta deve acontecer na infância. Dermatite atópica, hemangiomas e manchas de nascença precisam de acompanhamento precoce.

Adolescentes com acne devem consultar ao primeiro sinal de cicatrizes ou acne que não responde a tratamentos de farmácia. Quanto antes tratar, menos marcas permanentes.

Adultos precisam de check-up dermatológico anual a partir dos 30 anos. Exposição solar acumulada começa a manifestar danos nessa idade. Mapeamento corporal identifica lesões suspeitas antes de virarem câncer.

Pessoas com histórico familiar de câncer de pele, pele muito clara, muitas pintas ou queimaduras solares na infância devem iniciar acompanhamento aos 20 anos.

Gestantes se beneficiam de consulta no primeiro trimestre. Mudanças hormonais causam melasma, estrias e alterações em pintas que precisam de monitoramento.

A importância da pele para a saúde geral

A pele é o maior órgão do corpo humano, cobrindo aproximadamente 2 metros quadrados em um adulto e representando cerca de 16% do peso corporal. Suas funções vão muito além da aparência, sendo essencial para a manutenção da saúde integral.

Como primeira linha de defesa do organismo, a pele forma uma barreira protetora contra microrganismos patogênicos, substâncias químicas e radiação ultravioleta. Ela impede a entrada de bactérias, vírus e fungos, ao mesmo tempo que retém a umidade corporal e previne a desidratação. 

Quando comprometida por lesões ou doenças, todo o corpo fica mais vulnerável a infecções.

A pele também regula a temperatura corporal através da transpiração e da dilatação dos vasos sanguíneos, mantendo o equilíbrio térmico necessário para o funcionamento dos órgãos. Além disso, sintetiza vitamina D quando exposta ao sol, nutriente crucial para a saúde óssea e imunológica.

Muitas doenças sistêmicas manifestam seus primeiros sinais na pele. Diabetes, problemas hepáticos, distúrbios da tireoide e certos tipos de câncer podem apresentar sintomas cutâneos antes de outros sinais clínicos, tornando a observação da pele uma ferramenta importante de diagnóstico precoce.

A saúde cutânea também impacta diretamente o bem-estar emocional. Condições como acne, psoríase ou dermatite podem afetar a autoestima e levar a ansiedade, depressão e isolamento social, demonstrando a conexão entre saúde da pele e saúde mental.

Cuidar da pele é, portanto, um investimento na saúde geral. Proteção solar adequada, hidratação, alimentação balanceada e acompanhamento dermatológico regular são práticas que promovem não apenas a beleza, mas principalmente a funcionalidade deste órgão vital e, consequentemente, nossa saúde de forma integral.

Cuidados diários recomendados por dermatologistas

É na consulta com o dermatologista que você irá saber qual a melhor opção de tratamento para você e também os cuidados diários de acordo com as particularidades de sua condição e tipo de pele.

Em âmbitos gerais, o protetor solar fator 30 ou superior todos os dias, sem exceção. Aplique 30 minutos antes de sair, reaplique a cada 2 horas se exposto ao sol. Usar apenas pela manhã não protege o dia todo.

Hidratante adequado ao seu tipo de pele mantém barreira cutânea saudável. A pele oleosa também precisa de hidratação, escolha gel ou loção oil-free.

Banhos quentes longos ressecam a pele. Água morna por no máximo 15 minutos preserva a oleosidade natural. Sabonete neutro ou específico para seu tipo de pele evita irritações.

Esfoliação máximo 2 vezes por semana. Excesso remove camada protetora e piora a oleosidade, acne e sensibilidade.

Durma 7-8 horas por noite. Sono inadequado acelera envelhecimento, piora acne e retarda a cicatrização.

Como escolher um bom dermatologista

Como escolher um bom dermatologista?

Verifique registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Todo médico deve ter número de registro ativo. Consulte no site do CRM do seu estado.

Especialista em dermatologia tem RQE (Registro de Qualificação de Especialista). Esse número comprova que o profissional fez residência médica ou prova de título pela Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Desconfie de promessas milagrosas. Nenhum tratamento remove rugas completamente ou clareia manchas em uma semana. Resultados reais levam tempo e variam entre pacientes.

O profissional ético explica riscos, benefícios e alternativas antes de qualquer procedimento. Pressão para decidir na hora ou pacotes com desconto exagerado são sinais de alerta.

Procure referências de outros pacientes. Clínicas sérias têm avaliações em plataformas médicas e Google. Muitas reclamações sobre complicações ou atendimento inadequado merecem atenção.

Mitos e verdades sobre cuidados com a pele

Mito: pele oleosa não precisa de hidratante. 

Verdade: precisa sim, mas de fórmula oil-free. Pele desidratada produz ainda mais oleosidade para compensar.

Mito: protetor solar impede a produção de vitamina D. 

Verdade: exposição de braços e pernas por 15 minutos, 3 vezes por semana, é suficiente. Rosto sempre deve estar protegido.

Mito: espinhas devem ser espremidas para cicatrizar mais rápido. 

Verdade: espremer empurra bactérias para camadas mais profundas, causa inflamação maior e deixa cicatrizes permanentes.

Mito: chocolate causa acne. 

Verdade: não há relação direta. Dieta rica em açúcar e laticínios pode piorar acne em algumas pessoas, mas chocolate não é vilão isolado.

Mito: pele negra não precisa de protetor solar. 

Verdade: a melanina oferece proteção equivalente a FPS 13. Insuficiente para prevenir câncer de pele e manchas. Negros também desenvolvem melanoma, geralmente em regiões sem melanina como palmas e plantas dos pés.

Diferença entre dermatologista e esteticista

O dermatologista é médico com 6 anos de faculdade e mais 3 anos de residência. Pode diagnosticar doenças, solicitar exames, prescrever medicamentos e realizar procedimentos invasivos.

Esteticista tem formação técnica ou superior em estética. Cuida de limpeza de pele, hidratação, massagens e procedimentos não-invasivos. Não pode prescrever remédios nem tratar doenças.

Se há diagnóstico envolvido, procure um dermatologista. Manchas, lesões, queda de cabelo intensa ou acne severa exigem olhar médico. Cuidados de manutenção e bem-estar podem ser feitos com esteticista qualificado.

Relação entre dermatologia e outras especialidades médicas

Pele reflete doenças internas. Diabetes mal controlado causa manchas escuras no pescoço (acantose nigricans). Problemas de tireoide deixam a pele seca e cabelo quebradiço. O dermatologista frequentemente é o primeiro a suspeitar dessas condições.

O Lúpus eritematoso sistêmico se manifesta com manchas em “asa de borboleta” no rosto. O reumatologista e dermatologista trabalham juntos no diagnóstico e tratamento.

HIV pode ser detectado por lesões de pele. Sarcoma de Kaposi, candidíase oral persistente e herpes-zóster recorrente levam dermatologistas a solicitar teste para o vírus.

Doenças intestinais inflamatórias como Crohn causam lesões cutâneas específicas. O dermatologista encaminha para o gastroenterologista quando identifica esse padrão.

Problemas renais e hepáticos causam coceira intensa sem lesão visível. Exames laboratoriais solicitados pelo dermatologista revelam a causa real.

Como a dermatologia ajuda pacientes oncológicos?

Quimioterapia causa mucosite, ressecamento extremo e hiperpigmentação. O dermatologista prescreve cuidados específicos que reduzem o desconforto e mantêm a integridade da pele durante o tratamento.

Radioterapia queima pele como queimadura solar grave. Hidratação com produtos específicos, evitar exposição solar e roupas macias minimizam sequelas permanentes.

A imunoterapia causa erupções cutâneas em 40% dos pacientes. A reação indica que tratamento está funcionando, mas precisa ser manejada com corticoides tópicos para não interromper a terapia oncológica.

Síndrome mão-pé (eritrodisestesia palmo-plantar) é efeito colateral de quimioterápicos específicos. Causa rachaduras dolorosas que dificultam caminhar. Para aliviar os sintomas, o dermatologista pode indicar ureia 10% e palmilhas macias.

A alopecia (queda de cabelo) afeta a autoestima profundamente. Pela consulta, o dermatologista orienta cuidados com couro cabeludo, uso de turbantes e opções de cobertura capilar, também avaliando se cabelo volta a crescer após fim do tratamento.

Com que frequência ir ao dermatologista

Com que frequência ir ao dermatologista?

A frequência ideal de consultas dermatológicas varia conforme fatores individuais como idade, histórico médico e tipo de pele, mas algumas recomendações gerais podem orientar essa periodicidade.

Adultos saudáveis devem realizar uma consulta anual de rotina. Esse check-up permite avaliar a saúde geral da pele, verificar lesões suspeitas e receber orientações preventivas adequadas.

Para isso, muitas pessoas buscam um dermatologista perto de mim, facilitando o acompanhamento regular e o acesso rápido ao atendimento.

Pessoas com maior risco de câncer de pele precisam de consultas semestrais. Isso inclui quem tem pele muito clara, histórico familiar de câncer de pele, grande número de pintas, histórico de queimaduras solares graves ou exposição solar intensa ao longo da vida.

Pacientes com condições crônicas como acne, psoríase, rosácea ou dermatite atópica necessitam acompanhamento mais frequente, que pode variar de mensal a trimestral, dependendo da gravidade e resposta ao tratamento.

A consulta imediata é necessária ao notar mudanças em pintas existentes (alteração de cor, tamanho ou forma), surgimento de lesões que não cicatrizam, coceira persistente ou manchas repentinas. Não espere a consulta de rotina nessas situações.

Crianças e adolescentes geralmente precisam apenas de consultas anuais, embora acne na adolescência possa requerer acompanhamento mais próximo. Idosos beneficiam-se de avaliações semestrais devido ao maior risco de câncer de pele e alterações relacionadas à idade.

Além das consultas programadas, pratique o autoexame mensal da pele, observando todo o corpo em busca de mudanças em pintas, manchas ou lesões. Embora não substitua a avaliação profissional, o autoexame auxilia na detecção precoce de alterações suspeitas.

Seu dermatologista pode ajustar essas recomendações conforme suas necessidades específicas. Não hesite em buscar orientação profissional sempre que surgir alguma preocupação relacionada à saúde da sua pele. 

Conte com a AmorSaúde para manter suas consultas com o dermatologista em dia.

Perguntas Frequentes sobre Dia do Dermatologista

Que dia é o Dia do Dermatologista? 

5 de fevereiro. A data marca a fundação da Sociedade Brasileira de Dermatologia em 1912.

Dermatologista pode fazer procedimento estético? 

Sim, desde que tenha formação médica em dermatologia. É a especialidade mais qualificada para procedimentos faciais e corporais minimamente invasivos.

Com que frequência devo ir ao dermatologista? 

Anualmente para check-up preventivo. Se tem histórico de câncer de pele ou muitas pintas, a cada 6 meses. Condições como acne ou psoríase exigem acompanhamento mais frequente.

Dermatologista trata queda de cabelo? 

Sim. Investiga causas hormonais, nutricionais e autoimunes. Prescreve medicamentos tópicos, orais e realiza procedimentos como intradermoterapia capilar.

Posso marcar dermatologista direto pelo plano de saúde? 

Depende do plano. Alguns exigem encaminhamento, outros permitem agendamento direto. Consulte sua operadora ou app do plano.

O que é dermatoscopia? 

Exame não-invasivo que amplia lesões de pele em até 100 vezes. Permite visualizar estruturas invisíveis a olho nu e diferencia lesões benignas de malignas com mais precisão.

Crianças podem fazer procedimentos estéticos? 

Não são recomendados. Exceções incluem tratamento de hemangiomas, manchas de nascença que causam constrangimento severo ou cicatrizes de queimadura.

Como é feita biópsia de pele?

Dermatologista anestesia localmente a área, remove pequeno fragmento com punch (instrumento circular) ou bisturi, e fecha com ponto. O procedimento dura 15 minutos, dor é mínima.

Dermatologista trata doenças venéreas?

Sim. Sífilis, herpes genital, HPV e outras ISTs que se manifestam na pele, mucosas ou região genital são tratadas por dermatologistas.

Por que escolher o AmorSaúde?

O AmorSaúde é a rede de clínicas populares que mais cresce no Brasil, oferecendo diversas especialidades, como cardiologia, oftalmologia, odontologia e ginecologia entre diversas outras.

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