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Aparelho Ortodôntico

Aparelho Ortodôntico: tipos, preço e quanto tempo usar

O aparelho ortodôntico é um dispositivo usado para movimentar os dentes e corrigir a posição das arcadas dentárias. Ele age com forças controladas e graduais que remodelam o osso ao redor dos dentes, permitindo que eles se movam para a posição correta.

O tratamento ortodôntico vai além da estética. Dentes mal posicionados dificultam a higiene, aumentam o risco de cárie e doença periodontal, sobrecarregam a articulação temporomandibular (ATM) e podem causar dificuldade para mastigar e falar. Corrigir esses problemas têm impacto direto na saúde bucal e na qualidade de vida.

Hoje, além do aparelho metálico tradicional, existem várias opções com diferentes características de estética, conforto e custo. A escolha do tipo mais adequado depende do caso clínico, da preferência do paciente e da avaliação do ortodontista.

Saiba tudo o que você precisa saber sobre o aparelho ortodôntico:

Como o aparelho ortodôntico funciona?

O movimento dentário é possível porque o osso alveolar, que sustenta os dentes, é um tecido vivo que se remodela continuamente. 

Quando uma força leve e constante é aplicada ao dente, o osso na direção do movimento é reabsorvido e novo osso é formado no lado oposto, permitindo o deslocamento gradual.

Por isso, forças excessivas não aceleram o tratamento: pelo contrário, podem causar dor intensa, reabsorção radicular e danos ao ligamento periodontal. O movimento ideal é lento, progressivo e planejado com base no caso individual.

No aparelho fixo, os bráquetes colados nos dentes transmitem a força do fio ortodôntico para cada dente. No aparelho removível ou nos alinhadores, a pressão vem de placas ou moldeiras que se ajustam à nova posição dos dentes em cada etapa.

Aparelho Ortodôntico

Tipos de aparelho ortodôntico

A escolha do tipo de aparelho depende da complexidade do caso, das preferências do paciente e da indicação do ortodontista. Cada tipo tem vantagens, limitações e faixa de indicação específica.

Aparelho metálico convencional

É o tipo mais tradicional e ainda o mais usado no mundo. Os bráquetes de metal são colados nos dentes e conectados por um fio metálico preso com elásticos coloridos. É resistente, preciso e indicado para casos simples e complexos. O custo é mais acessível em relação a outras opções e o controle do movimento pelo ortodontista é muito preciso.

A principal desvantagem é a estética: os bráquetes são visíveis. Também exige mais cuidado na higiene, pois o fio e os bráquetes acumulam resíduos de alimento com facilidade.

Aparelho cerâmico ou de safira

Funciona da mesma forma que o metálico, mas os bráquetes são fabricados em cerâmica branca ou cristal de safira transparente, tornando o aparelho muito menos visível. É indicado para quem deseja discrição sem abrir mão da eficácia do aparelho fixo.

As desvantagens são o custo mais elevado e a maior fragilidade dos bráquetes em relação ao metal. Bráquetes cerâmicos podem manchar com alimentos como café, vinho tinto e açafrão se a higiene não for adequada.

Aparelho autoligado

Tem a mesma estrutura do aparelho convencional, mas os bráquetes possuem um clipe metálico que prende o fio sem necessidade de elásticos. 

Isso reduz o atrito entre o fio e o bráquete, o que pode tornar o tratamento mais confortável e, em alguns casos, mais ágil.

Existe versão metálica e cerâmica do autoligado. As consultas de ajuste tendem a ser mais rápidas e espaçadas. O custo é intermediário entre o convencional e o alinhador invisível.

Aparelho lingual

Os bráquetes são colados na face interna dos dentes, voltada para a língua, tornando o aparelho completamente invisível por fora. É a opção mais discreta entre os fixos.

As desvantagens são o custo elevado, a dificuldade de adaptação inicial (pode causar alteração na fala e desconforto na língua por algumas semanas), a higiene mais difícil e o fato de nem todos os ortodontistas terem formação específica para trabalhar com esse sistema.

Alinhadores invisíveis (como Invisalign)

São moldeiras plásticas transparentes e removíveis, fabricadas por tecnologia digital a partir de um escaneamento dos dentes do paciente. 

Cada moldeira move os dentes alguns milímetros. Quando o paciente termina uma série, passa para a próxima, até atingir o resultado planejado.

As vantagens são a estética discreta, a facilidade de higiene (remove-se para comer e escovar os dentes) e o conforto para os tecidos moles. 

As desvantagens são o custo elevado, a necessidade de disciplina para usar as moldeiras por no mínimo 20 a 22 horas por dia e a limitação em casos muito complexos, que ainda respondem melhor ao aparelho fixo.

Aparelho removível e expansores palatais

Aparelhos removíveis são usados principalmente em crianças em fase de crescimento para guiar o desenvolvimento das arcadas, expandir o palato, corrigir hábitos deletérios como sucção do polegar e preparar a boca para o tratamento fixo. 

O expansor palatal é um aparelho fixo ou removível que alarga o palato quando ainda está em crescimento ativo, geralmente até os 13 a 14 anos.

Quando o aparelho ortodôntico é indicado?

O ortodontista avalia não apenas o alinhamento dos dentes, mas também a relação entre as arcadas superior e inferior, a posição da mandíbula, o perfil facial e a função mastigatória. As principais indicações são:

  • Apinhamento dentário: dentes sobrepostos ou mal posicionados por falta de espaço na arcada.
  • Diastemas: espaços entre os dentes, especialmente o espaço entre os incisivos centrais superiores.
  • Mordida cruzada: quando os dentes superiores ficam por dentro dos inferiores em alguma região.
  • Mordida aberta: ausência de contato entre os dentes anteriores mesmo com a boca fechada.
  • Mordida profunda: os incisivos superiores cobrem excessivamente os inferiores.
  • Prognatismo e retrognatismo: projeção excessiva ou insuficiente da mandíbula ou maxila.
  • Preparação para próteses ou implantes: criar ou manter espaço adequado entre os dentes.
  • Tratamento de distúrbios da ATM relacionados à má oclusão.

Nem todo problema de posicionamento dental exige aparelho. Casos muito simples podem ser resolvidos com facetas ou restaurações. 

Por isso, a avaliação inicial com o ortodontista é essencial para definir se o tratamento ortodôntico é a melhor abordagem. Agende sua consulta pela rede do AmorSaúde.

Qual a melhor idade para colocar aparelho

Qual a melhor idade para colocar aparelho?

Não existe uma idade única ideal: o tratamento é indicado conforme o problema e o estágio de desenvolvimento de cada paciente.

Crianças (6 a 10 anos)

A primeira consulta ao ortodontista é recomendada por volta dos 6 a 7 anos, quando os primeiros dentes permanentes estão nascendo. 

Nessa fase, o ortodontista identifica problemas em desenvolvimento e, se necessário, inicia um tratamento interceptativo para corrigir discrepâncias de crescimento antes que piorem. 

Nem toda criança nessa faixa precisa de aparelho: muitas são apenas monitoradas até o momento certo.

Adolescentes (11 a 17 anos)

É a fase mais comum para o tratamento completo. Quando todos os dentes permanentes já nasceram e o crescimento ainda está ativo, o movimento dentário tende a ser mais rápido e os resultados mais previsíveis. O osso em crescimento responde melhor à força ortodôntica.

Adultos

Adultos podem e devem fazer tratamento ortodôntico quando necessário. Não existe limite de idade: o movimento dentário ocorre em qualquer fase da vida. 

O tratamento em adultos pode ser ligeiramente mais lento porque o osso é mais denso, e exige atenção à saúde periodontal antes e durante o processo. Adultos com gengivite ou periodontite ativa precisam tratar essas condições antes de iniciar o aparelho.

Quanto tempo dura o tratamento com aparelho?

O tempo de tratamento varia de acordo com a complexidade do caso, o tipo de aparelho, a frequência das consultas e a colaboração do paciente. Em geral:

  • Casos simples (pequenos alinhamentos): de 6 a 12 meses.
  • Casos moderados: de 18 a 24 meses.
  • Casos complexos com discrepâncias esqueléticas ou extrações: de 24 a 36 meses.
  • Tratamento interceptativo em crianças: pode durar de 6 a 18 meses e ser seguido de uma segunda fase completa na adolescência.

Consultas de ajuste são feitas geralmente a cada 3 a 6 semanas. Faltar às consultas ou não seguir as orientações do ortodontista alonga o tratamento. Nos alinhadores, o atraso em trocar as moldeiras no prazo correto tem o mesmo efeito.

Aparelho ortodôntico dói?

A colocação do aparelho em si não dói, pois não há injeção ou corte. A colagem dos bráquetes é feita com adesivo especial e o processo é indolor.

Nas primeiras 48 a 72 horas após a colocação e após cada consulta de ajuste, é comum sentir sensibilidade e desconforto ao morder. Isso ocorre porque o movimento dentário gera inflamação leve no ligamento periodontal. 

A dor é moderada, melhora sozinha em 2 a 4 dias e responde bem a analgésicos como paracetamol ou ibuprofeno.

Bráquetes e fios podem causar feridas na mucosa das bochechas e lábios, especialmente no início do tratamento, até que os tecidos se adaptem. A cera ortodôntica aplicada sobre o bráquete que irrita protege a mucosa e alivia o desconforto.

Cuidados durante o tratamento ortodôntico

Higiene bucal

A higiene é mais exigente durante o tratamento com aparelho fixo. Os bráquetes e o fio criam nichos que acumulam placa bacteriana e resíduos de alimento. 

A escovação deve ser feita após cada refeição, com escova de cerdas macias e, idealmente, escova interdental para limpar ao redor de cada bráquete.

O fio dental deve ser passado diariamente com auxílio de um passa-fio ou fio especial para aparelho. 

O flúor, em forma de bochecho ou gel, ajuda a prevenir a desmineralização do esmalte ao redor dos bráquetes, que pode deixar manchas brancas permanentes no dente se a higiene for negligenciada.

Alimentação

Alguns alimentos devem ser evitados durante o tratamento com aparelho fixo para não soltar bráquetes ou dobrar o fio:

  • Alimentos duros e crocantes: amendoim, castanhas, cenoura e maçã crua, gelo, torradas.
  • Alimentos pegajosos: balas, caramelo, chiclete, mel cristalizado.
  • Alimentos que precisam ser mordidos com os dentes da frente: espiga de milho, costela no osso, pão francês inteiro.

Corte frutas e alimentos duros em pedaços pequenos antes de comer. Alimentos macios, cozidos e cortados podem ser consumidos normalmente.

Elásticos intermaxilares

Em muitos casos, o ortodontista pede que o paciente use elásticos que conectam os bráquetes superiores e inferiores para corrigir a relação entre as arcadas. 

Eles devem ser usados pelo tempo indicado, geralmente 20 a 22 horas por dia, e trocados diariamente. A falta de uso dos elásticos é uma das principais causas de prolongamento do tratamento.

Esportes e atividades de contato

Quem pratica esportes de contato como futebol, basquete, artes marciais ou rugby deve usar protetor bucal específico para aparelho ortodôntico, disponível em clínicas e lojas especializadas. Um trauma na boca sem proteção pode soltar vários bráquetes de uma vez e lesionar a mucosa.

Contenção: o que acontece após remover o aparelho?

Remover o aparelho não é o fim do tratamento. Os dentes têm memória elástica e tendem a voltar para a posição original se não forem contidos. A contenção é a fase que garante que o resultado se mantenha.

A contenção pode ser fixa ou removível. A contenção fixa é um fio fino colado na face interna dos dentes anteriores, invisível e permanente, que mantém os dentes alinhados sem exigir colaboração do paciente. 

A contenção removível é uma placa plástica transparente usada à noite, que precisa ser usada por anos ou pelo resto da vida para manter o resultado.

A maioria dos ortodontistas recomenda os dois tipos combinados. Parar de usar a contenção sem orientação é a causa mais comum de recidiva, ou seja, de os dentes voltarem a ficar tortos.

Aparelho ortodôntico e saúde bucal: além da estética

Corrigir o alinhamento dos dentes tem impacto direto na saúde bucal que vai além da aparência.

Dentes apinhados são muito mais difíceis de higienizar corretamente. Regiões onde os dentes se sobrepõem acumulam placa bacteriana que a escova não alcança, aumentando o risco de cárie interproximal e doença gengival. Após o tratamento ortodôntico, a higiene se torna mais eficaz e o risco dessas condições cai significativamente.

A oclusão adequada distribui as forças mastigatórias de forma equilibrada entre todos os dentes. Uma má oclusão concentra força em dentes específicos, levando ao desgaste prematuro do esmalte, fraturas e sobrecarga na ATM. 

Dor de cabeça, dor no rosto e estalos na mandíbula são sintomas que, em parte dos casos, têm origem em problemas oclusais que o tratamento ortodôntico pode resolver.

 O AmorSaúde possui ortodontistas capacitados para avaliar a sua condição e indicar a melhor abordagem e tratamento.

Quando o aparelho não é suficiente: cirurgia ortognática

Em casos de discrepâncias esqueléticas graves, ou seja, quando o problema está no tamanho ou posicionamento dos ossos da face e não apenas nos dentes, o aparelho ortodôntico sozinho não corrige completamente o problema. Nesses casos, o tratamento combina ortodontia com cirurgia ortognática.

A cirurgia ortognática reposiciona a maxila, a mandíbula ou ambas para corrigir discrepâncias como prognatismo mandibular acentuado, retrognatismo, mordida aberta esquelética e assimetrias faciais. O tratamento é planejado conjuntamente pelo ortodontista e pelo cirurgião bucomaxilofacial.

O processo envolve uma fase pré-cirúrgica com aparelho (de 12 a 18 meses), a cirurgia em si, feita com o paciente internado, e uma fase pós-cirúrgica de finalização ortodôntica. O resultado é uma mudança significativa tanto na função quanto no perfil facial.

Aviso importante

As informações deste artigo são educativas e não substituem a consulta com o seu ortodontista AmorSaúde.

O diagnóstico, a escolha do tipo de aparelho e o planejamento do tratamento dependem de avaliação clínica completa, com radiografias, fotografias e modelos de estudo. 

Cada caso é único e o tempo e os resultados do tratamento variam de paciente para paciente. 

Perguntas frequentes sobre aparelho ortodôntico

Perguntas frequentes sobre aparelho ortodôntico

Qual o melhor tipo de aparelho ortodôntico?

Depende do caso, do perfil do paciente e da indicação do ortodontista. O aparelho metálico é o mais versátil e acessível. O cerâmico é mais estético sem perder eficácia. O alinhador invisível oferece conforto e discrição, mas exige disciplina e tem limitações em casos complexos. O melhor é o que o ortodontista indica para o seu caso específico.

Quem usa aparelho ortodôntico pode fazer ressonância magnética? 

Pode. O aço ortodôntico não é ferromagnético e não representa risco de segurança. Porém, os bráquetes podem gerar artefatos que prejudicam as imagens na região da cabeça e do pescoço. Informe sempre ao técnico e ao médico sobre o aparelho antes do exame.

Qual aparelho ortodôntico é mais rápido? 

Nenhum tipo é universalmente mais rápido: o que define o tempo é a complexidade do caso. O autoligado pode tornar algumas fases mais ágeis por reduzir o atrito. Os alinhadores funcionam bem em casos simples. Em casos complexos, o fixo convencional ainda oferece controle superior. O ortodontista estima o tempo real com base no diagnóstico individual.

Com quantos anos pode colocar aparelho?

A primeira consulta ao ortodontista é recomendada aos 6 ou 7 anos. O tratamento completo começa geralmente entre 11 e 14 anos, quando todos os dentes permanentes já nasceram. Adultos podem usar aparelho em qualquer idade. Não existe limite máximo: o que importa é ter saúde periodontal adequada.

Quanto custa o aparelho ortodôntico?

O custo varia conforme o tipo, a cidade e o profissional. Em média, o aparelho metálico custa entre R$ 2.500 e R$ 5.000. O cerâmico ou autoligado entre R$ 4.000 e R$ 7.000. O lingual e os alinhadores invisíveis podem ultrapassar R$ 10.000 a R$ 20.000. Planos odontológicos raramente cobrem tratamento ortodôntico eletivo. Verifique o contrato.

O aparelho invisível é tão eficaz quanto o fixo?

Para casos simples e moderados, sim. Para casos complexos com rotações severas, extrusões, discrepâncias esqueléticas ou necessidade de extrações, o aparelho fixo ainda oferece controle de movimento superior. A tecnologia dos alinhadores avança rapidamente, mas a indicação correta depende da avaliação do ortodontista.

O que é contenção e por quanto tempo preciso usar?

Contenção é o dispositivo usado após remover o aparelho para manter os dentes na posição correta. Pode ser fixa (fio colado na parte interna dos dentes) ou removível (plaquinha usada à noite). A maioria dos ortodontistas recomenda uso indefinido da contenção removível à noite, pois os dentes têm tendência de se mover durante toda a vida.

Aparelho ortodôntico prejudica os dentes?

Quando bem indicado e realizado por profissional qualificado, não prejudica. O risco real é a desmineralização do esmalte ao redor dos bráquetes por higiene inadequada, que pode deixar manchas brancas permanentes. Com higiene rigorosa e uso de flúor, esse risco é amplamente controlado.

Posso fazer clareamento durante o tratamento com aparelho?

Não é recomendado. O clareamento clareia apenas a superfície exposta do dente, deixando a área sob os bráquetes sem clareamento. Quando o aparelho for removido, os dentes ficam com manchas mais escuras onde os bráquetes estavam. O clareamento deve ser feito após o tratamento ortodôntico e após remover a contenção fixa, se houver.

O aparelho ortodôntico solta bráquete com frequência?

Depende do cuidado do paciente. Morder alimentos duros, pegajosos ou crocantes é a principal causa de solta de bráquete. Impactos durante esportes sem protetor bucal também se soltam. Um bráquete solto não é urgência, mas deve ser comunicado ao ortodontista para re-colagem na próxima consulta ou em consulta adicional.

Aparelho ortodôntico atrapalha beijar?

Na fase de adaptação inicial, pode haver um pouco de desconforto ou preocupação, mas a maioria das pessoas se adapta rapidamente. O aparelho não impede beijos. Com alinhadores invisíveis ou aparelho lingual, a situação é ainda menos perceptível. É uma dúvida comum, especialmente entre adolescentes, mas não deve ser motivo para adiar o tratamento necessário.

Posso usar aparelho estando grávida?

É possível, mas o início de um tratamento novo durante a gestação não é recomendado. Gestantes têm maior inflamação gengival por alterações hormonais, o que pode dificultar o movimento dentário e aumentar o risco de problemas periodontais. Quem já está em tratamento pode e deve continuá-lo com o acompanhamento do ortodontista, informando sobre a gestação.

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