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Consulta de rotina: quando fazer e por que não esperar sintomas

Se você é daquelas pessoas que não são fãs de consultas de rotina, é importante ter em mente que é  necessário fazer consultas de rotina pelo menos uma vez por ano, mesmo sem sintomas. 

A maioria das doenças graves (como diabetes, hipertensão e câncer) não dá sinais no início. Quando os sintomas aparecem, o tratamento já é mais difícil e as chances de cura caem drasticamente.

A consulta preventiva não serve para “ver se está tudo bem”. Serve para garantir que está tudo bem ou detectar problemas antes que eles se transformem em emergências.

Saiba quando é necessário e porque marcar sua consulta de rotina o quanto antes:

Por que esperar sintomas é um erro perigoso?

A hipertensão afeta 30% dos brasileiros, mas metade não sabe que tem. A pressão alta não dói, não causa tontura na maioria dos casos, não avisa. Ela vai silenciosamente destruindo artérias, coração e rins. Quando você sente algo, já pode estar tendo um AVC.

O diabetes tipo 2 demora até 7 anos para ser diagnosticado, tempo suficiente para danificar nervos, rins e olhos de forma irreversível. O corpo compensa o excesso de açúcar no sangue até não conseguir mais. Aí vêm a sede excessiva, a visão embaçada, as feridas que não cicatrizam.

Já o câncer de cólon, quando detectado no início, tem 90% de chance de cura. Detectado com sintomas (sangramento, dor, perda de peso), essa chance cai para 10%. A diferença está em uma colonoscopia feita aos 45 anos, antes de qualquer sinal.

Seu corpo não foi feito para avisar cedo. Dor, cansaço e mal-estar são sinais de que algo já está comprometido. A consulta de rotina existe justamente para não depender desses avisos.

Qual a frequência ideal de consultas preventivas?

Adultos saudáveis (18–39 anos): a cada 1–2 anos. 

A partir dos 40 anos: anualmente, sem exceção. 

Com doenças crônicas (diabetes, hipertensão, colesterol alto): conforme orientação médica, geralmente a cada 3–6 meses. 

Fumantes, obesos ou com histórico familiar de câncer: acompanhamento mais frequente, definido individualmente.

Crianças têm calendário específico. Bebês precisam de consultas mensais no primeiro ano de vida, depois a cada 3–6 meses até os 2 anos. A partir daí, uma vez por ano é suficiente, a menos que haja condições especiais.

Idosos acima de 65 anos devem consultar a cada 6 meses. Quedas, perda de memória e fragilidade óssea precisam de monitoramento constante — não apenas quando há fratura ou confusão mental.

Sinais de que você está atrasando a consulta de rotina

Não lembra da última vez que mediu pressão arterial? Não sabe seu nível de colesterol? Está há mais de 2 anos sem exame de sangue? Esses são sinais claros de que você está descoberto.

Outros indicadores de atraso:

  • Nunca fez mamografia ou colonoscopia (se já passou da idade)
  • Não sabe se suas vacinas estão em dia
  • Tem histórico familiar de doença grave, mas nunca discutiu isso com médico
  • Sente cansaço frequente, mas acha “normal da idade”

Atenção: consulta de rotina é diferente de atendimento de urgência. Se você tem dor no peito, falta de ar, sangramento inexplicável, febre alta persistente ou perda de peso rápida (mais de 5 kg em 1 mês sem dieta), procure atendimento imediato, não espere consulta agendada.

O que acontece em uma consulta preventiva?

A avaliação clínica básica inclui medição de pressão arterial, peso, altura e cálculo do IMC (índice de massa corporal). O médico examina coração, pulmões, abdômen e pele, não é só conversa.

Pela revisão do histórico familiar é possível identificar riscos. Se sua mãe teve câncer de mama aos 45, você precisa começar o rastreamento mais cedo. Se seu pai teve infarto aos 50, seu colesterol deve ser monitorado desde os 30.

Os exames laboratoriais a serem solicitados variam conforme idade e fatores de risco:

  • Hemograma completo (detecta anemia, infecções, leucemia)
  • Glicemia de jejum (rastreio de diabetes)
  • Colesterol total e frações (risco cardiovascular)
  • Ureia e creatinina (função renal)
  • TGO, TGP (função hepática)
  • TSH (função da tireoide, especialmente em mulheres)
  • Exame de urina (infecções, problemas renais)

 O rastreamento de câncer segue protocolos por idade:

  • Colo do útero: Papanicolau a cada 3 anos, a partir dos 25
  • Mama: mamografia anual ou bienal, a partir dos 40
  • Próstata: PSA e toque retal anual, a partir dos 50 (ou 45, se houver histórico familiar)
  • Cólon: colonoscopia aos 45 anos, repetida conforme resultado

O médico também avalia saúde mental, hábitos de sono, uso de álcool e drogas, atividade física e alimentação. Não é interrogatório, é mapeamento de risco.

Quais são os principais exames de rotina?

Os exames de rotina são ferramentas fundamentais para o monitoramento da saúde e a prevenção de doenças. 

Realizados periodicamente, esses testes laboratoriais e clínicos permitem identificar alterações no organismo antes mesmo do aparecimento de sintomas, possibilitando intervenções precoces e mais eficazes. 

A seguir, conheça os principais exames que devem fazer parte do seu check-up regular:

Hemograma completo

Considerado um dos testes mais abrangentes, o hemograma avalia as células sanguíneas do organismo. 

Por meio dele, é possível verificar os níveis de glóbulos vermelhos, detectando possíveis quadros anêmicos, além de analisar os glóbulos brancos, que fornecem indícios sobre processos infecciosos, inflamatórios ou alérgicos em curso.

Perfil lipídico (colesterol) 

A análise dos níveis de gorduras no sangue é essencial para a prevenção de problemas cardiovasculares. 

Este exame avalia o colesterol HDL (benéfico para o organismo), o LDL (que em excesso pode ser prejudicial) e os valores totais de lipídios, permitindo ajustes no estilo de vida quando necessário.

Glicemia e hemoglobina glicada

O controle glicêmico é fundamental para prevenir e diagnosticar precocemente a diabetes tipo 2. 

A dosagem de glicose no sangue, combinada com a hemoglobina glicada, oferece um panorama completo sobre o metabolismo dos açúcares e a eficiência da insulina no organismo.

Hormônios tireoidianos (TSH e T4) 

A tireoide, pequena glândula localizada no pescoço, regula inúmeras funções corporais. 

A avaliação dos hormônios TSH e T4 permite diagnosticar distúrbios como hipertireoidismo e hipotireoidismo, condições que afetam significativamente o metabolismo e o bem-estar.

Função renal (ureia e creatinina) 

Os rins desempenham papel vital na eliminação de toxinas. 

A medição de ureia e creatinina no sangue indica se esses órgãos estão filtrando adequadamente as substâncias nocivas, sinalizando precocemente qualquer comprometimento da função renal.

Enzimas hepáticas (TGO, TGP, ALT e AST) 

O fígado é responsável por diversas funções metabólicas essenciais. 

Como as doenças hepáticas costumam ser assintomáticas nos estágios iniciais, a dosagem dessas enzimas é crucial para detectar alterações antes que se tornem problemas graves.

Vitaminas e minerais 

Dependendo do perfil de cada paciente, pode ser necessário avaliar os níveis de nutrientes essenciais como vitamina D, vitamina B12 e ferro. 

Essas dosagens ajudam a prevenir deficiências que podem comprometer o bem-estar e a qualidade de vida.

Análise de urina e fezes 

Apesar de parecerem simples, esses exames fornecem informações valiosas sobre o funcionamento dos sistemas renal, hepático, digestivo e urinário, identificando uma ampla gama de condições de saúde.

Exames específicos para mulheres 

O exame de Papanicolau é indispensável para a saúde feminina, permitindo a detecção de alterações no colo uterino, incluindo lesões pré-cancerosas. 

Já a mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce de tumores mamários, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico quando a doença é identificada em estágios iniciais.

PSA (para homens) 

Homens a partir dos 40-45 anos devem incluir a dosagem de PSA em seus exames regulares. 

Este teste sanguíneo auxilia na identificação precoce de alterações prostáticas, incluindo o câncer de próstata, possibilitando tratamentos mais efetivos quando iniciados no começo da doença.

A periodicidade ideal para a realização desses exames deve ser definida em conjunto com seu médico, considerando fatores como idade, histórico familiar e condições de saúde individuais.

Por idade: quando fazer consultas e exames de rotina

20–39 anos: construir base de saúde

Consulta geral: a cada 1–2 anos com clínico geral. 

Pressão arterial: medida anualmente (hipertensão pode começar cedo). 

Glicemia e colesterol: a cada 3–5 anos, ou antes se houver sobrepeso, sedentarismo ou histórico familiar. 

Papanicolau (mulheres): a cada 3 anos após os 25, ou antes se vida sexual ativa. 

Avaliação oftalmológica: a cada 2 anos (miopia, astigmatismo podem piorar).

Nessa fase, a maioria acha que “não precisa de médico”. É justamente o momento de criar uma linha de base para saber como seu corpo funciona quando saudável e facilitar a detecção de mudanças depois.

40–59 anos: intensificar vigilância

Consulta geral: anualmente, sem falta. 

Mamografia (mulheres): anual ou bienal, conforme recomendação médica. 

Colonoscopia: aos 45 anos (ou 40, se histórico familiar de câncer de cólon). Se o resultado for normal, repetir a cada 10 anos. 

PSA e toque retal (homens): anual a partir dos 50 (ou 45, com histórico familiar). 

Teste ergométrico: a partir dos 40, especialmente se sedentário ou com fatores de risco cardiovascular. 

Densitometria óssea (mulheres na menopausa): avaliar perda de massa óssea.

Essa é a década em que doenças silenciosas começam a se manifestar. Diabetes, hipertensão e colesterol alto surgem com frequência. Detecção precoce significa controle com medicamentos simples, não com internação.

60+ anos: monitoramento constante

Consulta geral: a cada 6 meses. 

Exames laboratoriais: pelo menos duas vezes ao ano. 

Densitometria óssea (mulheres): a partir dos 65, repetir conforme orientação. 

Avaliação cognitiva: rastreio de demência e Alzheimer deve ser feito anualmente. 

Avaliação de quedas: teste de equilíbrio e força muscular (quedas são a principal causa de morte acidental em idosos). 

Vacinas: reforços de gripe, pneumonia, herpes zóster.

Idosos têm metabolismo mais lento e sintomas atípicos. Uma infecção urinária pode causar confusão mental, não dor. O Infarto pode se manifestar como cansaço, não dor no peito. Por isso o acompanhamento precisa ser frequente.

Consulta de rotina é economia real

É importante ter em mente que a consulta de rotina não é perda de tempo, é economia real. Doenças não diagnosticadas e não tratadas no início podem desencadear uma onda de gastos ainda maior. Confira alguns exemplos:

Hipertensão detectada em consulta de rotina: medicamento de R$ 20/mês, vida normal. 

Tratar AVC causado por hipertensão não controlada: internação de R$ 15 mil + fisioterapia + perda de autonomia + risco de morte.

Tratar diabetes no início: dieta, exercício, medicamento oral de R$ 30/mês. 

Tratar complicações de diabetes não diagnosticado: amputação (R$ 25 mil), diálise (R$ 50 mil/ano), transplante de rim (R$ 80 mil), cegueira irreversível.

Câncer de mama detectado em mamografia de rotina (estágio inicial): cirurgia pequena, 95% de chance de cura, volta ao trabalho em 2 meses. 

Câncer de mama detectado por caroço palpável (estágio avançado): mastectomia radical, quimioterapia agressiva, 30% de chance de cura, sequelas permanentes.

Você não espera o motor do carro fundir para trocar o óleo. Não espera o telhado desabar para consertar a goteira. Por que faria isso com seu corpo? 

No AmorSaúde, você agenda suas consultas de rotina com todas as especialidades médicas e tem todo o apoio multidisciplinar necessário.

Diferença entre consulta de rotina e check-up executivo

Consulta de rotina é dirigida pelo médico com base em idade, sexo, histórico e fatores de risco. Você não escolhe os exames, o profissional solicita o que é necessário.

Check-up executivo é um pacote pré-definido de exames, geralmente extenso e caro (R$ 1.500 a R$ 5.000). Inclui ressonância magnética, ecocardiograma, ultrassom de abdômen total, marcadores tumorais e dezenas de testes laboratoriais.

O problema: muitos exames geram resultados falso-positivos, levando a procedimentos desnecessários, ansiedade e até cirurgias evitáveis. Um nódulo benigno na tireoide (achado em 50% das pessoas acima de 50 anos) pode virar biópsia e tratamento sem necessidade real.

A Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade e o Choosing Wisely (movimento internacional contra excesso de exames) recomendam não fazer check-ups completos em pessoas assintomáticas. O ideal é seguir rastreamento baseado em evidência, aquele que sua consulta de rotina oferece.

Cada caso deve ser avaliado individualmente. Se você tem histórico familiar importante ou sintomas específicos, exames adicionais fazem sentido. Mas não “por garantia”.

Como se preparar para a consulta de rotina?

Antes da consulta:

  • Anote sintomas que tenha notado, mesmo que pareçam bobos (cansaço, insônia, dor de cabeça frequente)
  • Liste os medicamentos que usa, incluindo vitaminas e suplementos
  • Leve exames anteriores (últimos 2 anos)
  • Anote perguntas que queira fazer
  • Saiba informações sobre doenças na família (pais, irmãos, avós)

No dia da consulta:

  • Vá em jejum se for coletar sangue (geralmente 8–12 horas)
  • Vista roupa confortável (o médico pode examinar fisicamente)
  • Chegue 15 minutos antes para fazer cadastro
  • Não minta sobre hábitos (fumo, álcool, sedentarismo) — o médico não está ali para julgar, e sim para ajudar

Durante a consulta:

  • Seja direto sobre suas preocupações
  • Pergunte o que não entender
  • Peça explicação sobre os exames solicitados
  • Confirme quando deve retornar

Consulta de rotina não é favor que você faz ao médico. É direito seu e responsabilidade sua com sua saúde.

Principais dúvidas sobre consulta de rotina

O que é uma consulta de rotina? 

A consulta de rotina é uma avaliação médica preventiva feita mesmo sem sintomas, para detectar doenças no início e monitorar sua saúde geral. O médico examina pressão, peso, revisa histórico familiar e solicita exames conforme sua idade e fatores de risco. Serve para prevenir problemas, não apenas tratar quando já apareceram.

Exame de ferritina precisa de jejum? 

Não precisa de jejum obrigatório, mas alguns laboratórios recomendam jejum de 4 horas para maior precisão. Ferritina avalia reservas de ferro no corpo e pode ser colhida a qualquer hora do dia. Confirme com o laboratório antes, alguns permitem coleta sem jejum, outros preferem jejum leve.

Quando devo fazer exames de rotina? 

Adultos saudáveis de 18 a 39 anos devem fazer exames a cada 1–2 anos. A partir dos 40, anualmente. Quem tem diabetes, hipertensão ou histórico familiar de câncer precisa de acompanhamento mais frequente — geralmente a cada 3–6 meses, conforme orientação médica.

Quais são os exames de rotina que devo fazer? 

Hemograma completo, glicemia, colesterol total e frações, ureia, creatinina, TGO, TGP e exame de urina são os básicos. A partir dos 40, acrescentam-se mamografia (mulheres), PSA (homens), teste ergométrico e rastreamento de câncer de cólon. Cada caso deve ser avaliado individualmente conforme idade, sexo e fatores de risco.

Quais exames pedir num check-up completo? 

Não peça “tudo” por garantia, exames demais geram resultados falso-positivos. O ideal é seguir recomendações médicas: hemograma, glicemia, colesterol, função renal e hepática, TSH, exame de urina, mais rastreamentos específicos por idade (mamografia, colonoscopia, PSA). Check-ups executivos com dezenas de exames não são recomendados por sociedades médicas.

Qual exame verifica todas as vitaminas? 

Não existe exame único que mede todas as vitaminas. Os mais solicitados são vitamina D (25-OH), vitamina B12, ácido fólico e ferritina (reserva de ferro). Vitaminas A, E, K e outras só são dosadas se houver suspeita clínica específica, não faz parte da rotina. Peça exames conforme sintomas ou fatores de risco, não “todas as vitaminas” sem indicação.

Com que frequência devo fazer consulta de rotina? 

Adultos saudáveis de 18 a 39 anos devem consultar a cada 1–2 anos. A partir dos 40, anualmente. Quem tem doença crônica (diabetes, hipertensão) ou histórico familiar de câncer precisa de acompanhamento a cada 3–6 meses, conforme orientação médica.

Preciso fazer consulta de rotina mesmo sem sentir nada? 

Sim. Hipertensão, diabetes tipo 2, colesterol alto, hepatite C e muitos cânceres não causam sintomas iniciais. Quando você sente algo, a doença já está avançada. Consulta de rotina existe justamente para detectar problemas antes dos sintomas.

Qual médico procurar para consulta de rotina? 

Clínico geral ou médico de família são os profissionais indicados. Eles avaliam sua saúde como um todo e encaminham para especialistas quando necessário. Mulheres também devem manter acompanhamento anual com ginecologista.

Quais exames são feitos em consulta de rotina? 

Os mais comuns são hemograma, glicemia, colesterol, ureia, creatinina, TGO, TGP e exame de urina. A partir dos 40, podem ser solicitados mamografia, PSA (homens), colonoscopia e teste ergométrico. Cada caso deve ser avaliado individualmente, não há protocolo único.

Consulta de rotina é coberta pelo plano de saúde? 

Sim. Consultas e exames preventivos são obrigatórios na cobertura de planos de saúde pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A maioria dos planos não cobra coparticipação para esses atendimentos.

Quanto tempo antes devo agendar consulta de rotina? 

No SUS, o tempo varia conforme a demanda, pode ser 1 semana ou 2 meses. Em planos de saúde ou clínicas particulares, geralmente consegue-se agendar em 1–2 semanas. Não deixe para agendar quando sentir sintomas, nesse caso, pode ser urgência.

Posso fazer exames sem consulta médica? 

Tecnicamente sim, mas não é recomendado. Exames isolados não substituem avaliação médica. Você pode ter resultado alterado por motivo benigno ou resultado normal apesar de doença real. Só o profissional interpreta no contexto da sua saúde completa.

O que levar na primeira consulta de rotina? 

Documentos (RG, CPF, cartão do plano de saúde ou cartão SUS), exames anteriores (se tiver), lista de medicamentos que usa (incluindo vitaminas), informações sobre doenças na família e perguntas anotadas. Se for coletar sangue, vá em jejum.

Consulta de rotina detecta câncer? 

Pode detectar sinais iniciais ou indicar exames de rastreamento específicos (mamografia, colonoscopia, PSA). Câncer em estágio inicial raramente causa sintomas, por isso o acompanhamento regular salva vidas. Diagnóstico precoce aumenta chance de cura de 30% para 90% em muitos tipos.

Vale a pena fazer check-up completo todo ano? 

Não necessariamente. Exames demais podem gerar resultados falso-positivos e procedimentos desnecessários. O ideal é seguir recomendações médicas baseadas na sua idade, sexo, histórico familiar e fatores de risco, não pedir “tudo” por garantia. Cada caso deve ser avaliado individualmente.

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