Infarto agudo do miocárdio: como prevenir, quais são os sintomas e mais

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As doenças cardiovasculares estão entre as que mais matam no Brasil e no mundo. Globalmente, foram 17,7 milhões de mortes em 2019 — representando 31% do total. No Brasil, o número registrado no mesmo período foi de 289 mil óbitos. Entre os quadros, o infarto agudo do miocárdio se destaca.

Essa doença do coração pode afetar pessoas de todas as idades e com condições diversas. Por isso, é essencial se informar, cuidar da saúde e se prevenir contra esse problema. Para entender mais sobre o assunto, continue lendo o artigo!

O que é infarto agudo do miocárdio?

Também conhecido como IAM, o infarto agudo do miocárdio é uma condição gerada pela interrupção da passagem de sangue para o coração. Sem a oxigenação necessária, as células morrem e a função cardíaca é comprometida.

Apesar de ser abordada como uma doença, trata-se de uma situação pontual e que é desenvolvida ao longo do tempo. Quanto piores são os hábitos e as condições de saúde, maiores são os riscos.

Quais são os principais sintomas dessa condição?

Nem todo mundo experimenta algum sintoma do infarto agudo do miocárdio. Na verdade, tem gente que passa por essa situação de forma quase silenciosa, o que é muito perigoso para a saúde. Nos outros casos, alguns sintomas se mostram mais comuns — e merecem atenção. Veja, a seguir, quais são os principais sintomas ligados a esse quadro!

Dor constante no peito

O sintoma mais comum dessa condição é a dor no peito — precisamente, na parte do tórax. Isso acontece pela interrupção do fluxo sanguíneo, que aumenta o estresse sobre o coração.

Em geral, a dor não fica localizada e irradia para alguns pontos. É comum sentir uma dor intensa nos braços e ombros ou mesmo na mandíbula. Em alguns casos essas áreas são afetadas antes do tórax.

Ardor no peito

A dor no peito também é acompanhada por uma espécie de “ardor” ou de formigamento. Inclusive, é uma sensação que pode se espalhar para outras áreas e deixar o braço dormente, por exemplo.

Há, ainda, a possibilidade de a sensação alcançar o estômago. É por isso que tem gente que confunde sintomas de infarto com mera indigestão.

Vômito

Por falar no estômago, uma pessoa que está enfartando também pode sentir muito enjoo e chegar a vomitar. Esse é mais um sintoma que é confundido como se fosse fruto de indisposição estomacal. Em algumas situações, o vômito é provocado pela intensidade da dor. Em outros, pode levar a tonturas e até a desmaios.

Suor

Quem está enfartando também costuma sentir um alto nível de ansiedade e de agitação. Torna difícil se concentrar e é comum sentir calor, mesmo que o ambiente esteja fresco. Inclusive, isso resulta em sudorese. Se o nível do nervosismo aumentar com os sintomas, é normal suar ainda mais, principalmente nas mãos.

Falta de ar

Por causa da dor no tórax, da falta de oxigenação e do estresse gerado ao corpo, a falta de ar é outro entre os sintomas comuns. A intensidade varia para cada pessoa, desde um leve incômodo à sensação de não conseguir respirar o bastante. Novamente, pode ser confundido com mera azia, indigestão ou reflexo de uma dor muscular.

Como o diagnóstico é feito?

Assim que alguém chega até um médico com suspeita de infarto, o profissional age para diagnosticar o quadro. O processo visa definir, com precisão, qual é o quadro de saúde para estabelecer o melhor tratamento. Como somente um especialista pode fechar o diagnóstico, é interessante entender como é essa etapa. Confira!

Eletrocardiograma

O eletrocardiograma (ECG) é um exame essencial para diagnosticar a ocorrência de um infarto agudo do miocárdio. Ele realiza uma medição muito precisa dos batimentos cardíacos e encontra qualquer anormalidade. Dependendo dos resultados, o médico pode determinar se você está sofrendo ou não da chamada síndrome coronariana aguda.

Exames de sangue

Além do eletrocardiograma, é comum a realização de um exame de sangue. A intenção é identificar os níveis dos chamados marcadores cardíacos. Se os valores estiverem alterados, então é sinal de que há uma anomalia no funcionamento do coração. Inclusive, ele serve para verificar um infarto após ter ocorrido, já que essa situação aumenta tais níveis.

Cintilografia

Às vezes, o eletrocardiograma e os exames de sangue não são conclusivos. Então, o médico pode recorrer a outros métodos, como a cintilografia. Ela se baseia na administração de contraste, que dá destaque ao fluxo nas artérias. Por meio de um exame de imagem, o profissional consegue identificar se existe algum bloqueio, parcial ou completo.

Quais são as causas do infarto?

Essa situação só ocorre diante de um mau funcionamento do coração e de suas artérias. Porém, conhecer os principais motivos é essencial para entender como tudo se dá e até qual é a melhor maneira de se prevenir. Mostraremos a seguir os principais motivos para esse quadro.

Obstrução de uma ou mais artérias

As artérias coronarianas são responsáveis por levar o sangue com oxigênio para as células do coração. Se uma delas tiver esse fluxo interrompido, o músculo cardíaco deixa de receber a oxigenação necessária. A esse quadro damos o nome de isquemia.

O infarto acontece justamente quando uma isquemia faz com que parte do tecido do coração “morra”. Isso afeta o funcionamento do sistema cardíaco, que deixa de bombear o sangue corretamente.

Formação de coágulo de sangue

O principal motivo de bloqueio das artérias é a formação de coágulos. Eles se dissolvem na maioria das pessoas, mas, em alguns casos, interrompem o fluxo sanguíneo. A situação se agrava se houver a presença de placas de gordura, que tornam o fluxo arterial mais difícil — diante da interrupção de oxigenação, ocorre a isquemia.

Quando falamos em coágulos, o cenário menos comum é a formação de um deles no próprio coração. Como o frequente é que eles viajem pela circulação, esse é um motivo atípico.

Quais são os grupos de risco dessa doença?

Na prática, qualquer pessoa pode sofrer um infarto agudo do miocárdio — por mais raro que seja. Contudo, alguns indivíduos fazem parte dos grupos de risco. Quem tem mais de uma dessas características apresenta ainda mais chances de se deparar com a situação, o que demanda muita atenção. Para não ter dúvidas, veja quais são os principais grupos de risco dessa situação e entenda quais são os impactos no corpo.

Idosos

Com o passar dos anos, é natural que o nosso corpo perca algumas características essenciais. Pensando no funcionamento das artérias, a sua flexibilidade é menor. Com isso, há mais chances de ocorrer uma interrupção do fluxo sanguíneo.

A idade avançada também costuma aumentar o nível de colesterol. Com a formação de placas nas paredes arteriais, as chances de o fluxo ser interrompido são maiores.

Os jovens, no entanto, não estão imunes a um infarto agudo do miocárdio. Embora os casos sejam menos comuns, eles acontecem. Dessa maneira, é indispensável ter atenção com a saúde em todas as fases da vida.

Hipertensos

Quem tem hipertensão — a famosa “pressão alta” — também corre mais riscos de encarar um infarto. Afinal, essa condição prejudica bastante a saúde do coração, principalmente pelo esforço extra necessário para o bombeamento de sangue.

Sem uma oxigenação adequada, o músculo é prejudicado. Além disso, a condição causa pequenas lesões nas paredes internas das artérias. Isso favorece a formação de placas de gorduras por parte do colesterol, logo, há um risco ainda mais elevado de ocorrer a interrupção da passagem do sangue.

Diabéticos

Você sabia que quem tem diabetes também apresenta o dobro de riscos de ter um infarto? Pois é, essa doença crônica é muito prejudicial para a saúde e afeta completamente o funcionamento do coração.

Primeiramente, o alto nível de glicose no sangue ajuda a construir as famosas placas de gordura que obstruem a passagem de sangue. Além disso, a doença costuma estar associada a outras condições, como a hipertensão, o que multiplica os impactos na saúde cardíaca.

Por fim, o alto índice glicêmico é um fator de risco para a formação de coágulos. Como essa é uma potencial causa para esse quadro, as chances entre os diabéticos são maiores.

Obesos

A obesidade é uma doença que costuma estar associada a outros quadros, como diabetes e hipertensão. Por si só, isso já aumenta o risco de ocorrência de um infarto. Além disso, como o metabolismo sofre um impacto negativo, os níveis de colesterol e de triglicerídeos aumentam. Assim, há um acúmulo das placas de gordura nas paredes arteriais.

Outro agravante é que há uma perda de flexibilidade nas artérias e uma sobrecarga no funcionamento do órgão, que precisa bombear sangue com mais intensidade. Diante de tanto estresse, o sistema cardíaco pode não suportar.

Fumantes

Em qualquer idade, quem é fumante faz parte do grupo de risco para o infarto agudo do miocárdio. Isso acontece, primeiramente, porque o tabagismo faz com que as artérias sofram contrações agudas no momento em que as substâncias caem no sangue.

Além disso, o hábito de fumar causa impactos em longo prazo. No geral, ocorre uma degeneração das células, o que diminui a flexibilidade das estruturas. Como consequência, há grandes chances de o fluxo sanguíneo ser interrompido em algum momento.

Se esse hábito estiver associado a uma alimentação inadequada ou ao sedentarismo, os riscos são ainda maiores.

Quais são as melhores práticas de prevenção?

Prevenir é melhor que remediar, já demonstra o dito popular. No caso do cuidado com a saúde do coração, isso é ainda mais importante. Afinal, um infarto agudo do miocárdio pode deixar sequelas e até causar insuficiência cardíaca, sem reversão.

Portanto, atuar na prevenção é o jeito ideal de impedir que esses problemas ocorram. Que tal descobrir como você pode se cuidar da maneira certa? Veja as nossas dicas de prevenção e fique por dentro!

Tenha uma dieta balanceada

A alimentação saudável é indispensável para evitar um infarto agudo do miocárdio. Afinal, os nutrientes e as substâncias que você ingere têm reflexo direto na forma como o seu corpo funciona — e isso pode afetar o coração.

É importante reduzir o consumo de alimentos industrializados, ricos em sal ou em gorduras ruins para o organismo. O aumento do colesterol ruim forma placas que ampliam os riscos de interrupção das artérias. Além disso, o excesso de sódio favorece a hipertensão, que pode gerar bloqueios no sistema cardiovascular.

Em vez disso, opte por alimentos naturais, preparados de maneira saudável — como os assados e cozidos em vez de frituras. Também é importante balancear sais minerais e vitaminas para que o corpo funcione do melhor modo.

Pratique atividades físicas regularmente

O sedentarismo é um fator de risco para diversas doenças, como a obesidade. Então, ainda que indiretamente, também impacta a ocorrência de doenças do coração. Nesse sentido, para se prevenir de um infarto é fundamental praticar atividades físicas com certa regularidade.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) consiste em praticar 150 minutos semanais de exercícios moderados. Então, com apenas 30 minutos por dia, 5 vezes na semana, já é possível se cuidar.

Não fume

O tabagismo é extremamente prejudicial para a saúde, ainda mais quando falamos no coração. Segundo uma pesquisa do Hospital Geral do Norte de Sheffield, fumantes têm de 5 a 8 vezes mais chances de sofrer um infarto.

Diante de um agravamento tão alto dos riscos, o ideal é parar de fumar completamente. Isso vai melhorar a oxigenação do seu organismo e, após alguns meses, a maior parte das toxinas será eliminada. Assim, seu coração ficará mais protegido.

Modere o consumo de álcool

O consumo de álcool também pode ser um vilão para a saúde cardíaca. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, o abuso de álcool aumenta as chances de infarto em até 40%. O problema está no consumo em excesso, principalmente de bebidas que não apresentem boas propriedades para o corpo.

Limite o consumo a poucas vezes por mês e não exagere nas doses. Se você tomar qualquer tipo de medicamento controlado, é preciso ter ainda mais atenção, pois a maioria não permite o consumo de álcool. Então, vale fazer essa adaptação no estilo de vida!

Quais são os tratamentos para a doença?

Assim que o problema é diagnosticado, a velocidade do tratamento é essencial para diminuir os possíveis danos. A atuação depende da gravidade de cada caso e das condições de cada paciente, entretanto, há duas vias principais: a medicamentosa e a cirúrgica.

Para entender como cada uma funciona, veja quais são as opções de tratamento e saiba como elas são aplicadas.

Ingestão de medicamentos

Os medicamentos administrados servem para conter danos mais severos ao coração ou mesmo para reverter o que for possível. São administrados diversos medicamentos, como anticoagulantes, afinadores do sangue e elementos que ajudam o funcionamento do coração. Também podem ser prescritas medicações para diminuir a dor e/ou para acalmar o paciente.

Se o quadro for relativamente simples, essa etapa já auxilia a impedir consequências piores. Mesmo assim, é comum que seja realizada uma internação para acompanhamento.

Procedimentos cirúrgicos

Também é possível que procedimentos cirúrgicos tenham que ser feitos. O mais simples envolve a utilização de um cateter para desobstruir a artéria. Depois, é colocado um stent — um tipo de tubo que mantém a artéria desbloqueada.

Em casos graves, é executada a ponte de safena. Ela ajuda a recuperar o miocárdio da falta de circulação sanguínea, para que ele volte a “funcionar”. Se houver alguma outra complicação, como um coágulo dentro do coração, pode ser necessário realizar outros procedimentos.

O que fazer ao perceber que está tendo um infarto?

Um dos fatores para o sucesso e para a proteção do organismo, diante de um infarto, é agir rapidamente. Estar atento ao seu corpo é essencial para reconhecer os primeiros sintomas e, assim, atuar em pouco tempo.

Caso note que você pode estar diante de um infarto, é indispensável saber o que fazer. Por isso, veja como agir nessa situação!

Ligue para a emergência

Assim que começar a perceber os sintomas, não espere, pois o tempo é crucial para conseguir um tratamento efetivo. Nesse cenário, é fundamental ligar para a emergência: acione o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e repasse todas as informações para o atendente.

O mais provável é que ocorra o envio de uma ambulância para o seu local, então se prepare. Também é essencial seguir todas as recomendações que o atendente indicar.

Não dirija

É importante aguardar o socorro médico onde estiver. Tentar dirigir pode piorar as coisas, já que você terá que fazer um esforço extra. Além disso, há o risco de sofrer um acidente no meio do caminho.

Por isso, mantenha a calma e espere que o socorro chegue. Os paramédicos terão todos os equipamentos e os medicamentos necessários para dar apoio.

Evite andar ou carregar itens pesados

Se você estiver passando por um infarto agudo do miocárdio, também é essencial evitar a movimentação. Isso pode sobrecarregar ainda mais o seu coração e não é isso que queremos que aconteça, certo?

Ainda é indispensável não carregar peso ou fazer esforços, já que isso pode causar prejuízos. Após pedir ajuda, sente ou deite em um local confortável e mantenha a calma.

Tome dois comprimidos de aspirina

A aspirina é um medicamento capaz de dissolver coágulos e pode ser útil diante da suspeita de infarto. Se você não estiver com dificuldades para engolir e se estiver perto do remédio, tome dois comprimidos.

Contudo, só faça isso se não tiver alergia ao componente. O melhor jeito de ingerir o medicamento é mastigando os comprimidos. Não ingira líquidos e nem coma mais nada.

Como prestar primeiros socorros a alguém que está sofrendo um infarto?

Quando você está com alguém que passa pela situação, também é indispensável estar preparado para agir. A atuação rápida e precisa da sua parte pode salvar uma vida, então o ideal é estar pronto!

Na sequência, veja como reagir se tiver que prestar os primeiros socorros a alguém nessa condição.

Chame a emergência imediatamente

Assim que notar os primeiros sintomas, não fique na dúvida. É melhor pedir ajuda logo e evitar problemas maiores, então você deve ligar para a emergência.

Explique a situação para o atendente do SAMU e peça o envio de uma ambulância. Não tente transportar o paciente por conta própria, a menos que o atendente dê essa instrução específica, combinado?

Coloque a pessoa em posição confortável

Em seguida, faça com que a pessoa fique em uma posição confortável e em total repouso. Você pode ajudá-la a deitar na cama, com a cabeça levemente elevada, por exemplo. Se necessário, auxilie-a a se locomover.

Como dissemos, essa é uma parte essencial para evitar que o coração passe por um estresse ainda maior.

Administre os comprimidos de aspirina

Se a pessoa não for alérgica, você pode administrar dois comprimidos de aspirina — sem água ou qualquer alimento. Dê a indicação para que ela mastigue e engula esse medicamento.

Apenas verifique antes se ela está com alguma dificuldade para engolir. Se for esse o caso, esse processo pode gerar engasgo, então é melhor evitar.

Mantenha a pessoa calma

Realizadas essas primeiras ações, é hora de manter a pessoa calma. Lembre-se de que qualquer estresse extra pode agravar a situação. Por isso, não entre em pânico e informe que o apoio está a caminho.

Tente manter o paciente acordado e consciente. Você também pode ajudar na realização de exercícios de respiração, para que a pessoa relaxe.

Faça massagem cardíaca

Enquanto espera a ajuda médica, não deixe de verificar os sinais vitais. Veja como estão a respiração, o pulso e os batimentos cardíacos. Assim, é possível acompanhar se o quadro está se agravando.

Caso a pessoa perca os sinais vitais, comece a massagem cardíaca imediatamente. Se alguém por perto tiver treinamento em primeiros socorros, é melhor. Caso contrário, deite a pessoa em uma superfície rígida, ajoelhe-se e una suas mãos sobre o tórax. Comece a fazer movimentos de compressão e avalie os sinais vitais. Continue até a chegada da ambulância.

O que acontece após um infarto agudo do miocárdio?

O infarto do miocárdio não leva à morte em todos os casos. Com o atendimento certo e no momento adequado, boa parte dos pacientes se recupera e vive uma vida normal.

Então, é essencial entender o que acontece após encarar essa situação, não é? Nesse sentido, veja o que ocorre após essa situação e compreenda melhor esse quadro.

Retorno progressivo às atividades

Depois que uma pessoa sofre um infarto, ela pode voltar à rotina — mas de maneira progressiva. Ainda durante a internação, o paciente pode realizar atividades simples, como sentar e ir ao banheiro.

Após a liberação do hospital, o retorno ao trabalho e às práticas físicas dependem da permissão do médico. Com os exames específicos, o especialista pode garantir a segurança para a volta à vida normal.

Mudança de hábitos

O retorno para o cotidiano não significa voltar a hábitos negativos. É indispensável adaptar a alimentação, que deve se tornar mais saudável e adequada para proteger o organismo.

Também é fundamental praticar atividades físicas liberadas pelo médico e diminuir a carga de estresse. Ter uma vida leve e com práticas saudáveis é crucial para proteger o coração.

Acompanhamento regular

Mesmo que o tratamento seja bem-sucedido, um infarto prévio é uma condição de risco para a saúde cardiovascular. Por isso, é importante realizar o check-up médico com certa frequência.

Nesse processo, são executados diversos exames preventivos do coração. Ao sinal de qualquer alteração, o médico poderá recomendar a melhor maneira de agir para evitar problemas.

O acompanhamento é essencial mesmo para quem nunca passou por uma situação do tipo. Por meio dos exames e das orientações médicas, é possível prevenir os quadros. Isso se torna ainda mais importante caso você tenha histórico de problemas cardíacos na família.

O infarto agudo do miocárdio é um quadro que exige muito cuidado devido aos danos que pode causar. Prevenir-se é sempre a melhor saída, então não deixe de visitar um cardiologista regularmente!

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