Descubra 8 prejuízos do estresse para sua saúde

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Sabia que esgotamento mental e físico podem afetar a atividade de vários órgãos do nosso organismo? A identificação dos sintomas e dos prejuízos do estresse para o corpo é muito importante para solucionar o problema, cada vez mais crescente na população.

Em situações estressantes, algumas alterações hormonais podem ocorrer com uma curta duração. Isso é absolutamente normal para o equilíbrio e o funcionamento do metabolismo, podendo até trazer alguns benefícios ao organismo. No entanto, alterações mais prolongadas podem causar problemas à saúde, levando a um quadro crônico.

Quer saber mais? A seguir, listamos os 8 principais prejuízos do estresse para a saúde. Continue lendo e veja como evitá-los!

1. Insônia

O estresse excessivo pode causar ou piorar os quadros de insônia. Os sintomas são agravados pelo aumento do cansaço e o acúmulo de fadiga, resultantes do sono perdido.

A qualidade do descanso pode ser afetada pelas alterações no padrão hormonal, assim como por problemas pessoais e do trabalho. Evitar o consumo de café, chocolate, chás e outros alimentos ricos em cafeína, além de aumentar o consumo de leite morno e chás calmantes, antes de dormir, são práticas que ajudam a reduzir esse problema. 

2. Depressão

O hormônio do estresse — o cortisol —, quando em alta no organismo, reduz a circulação dos neurotransmissores serotonina e dopamina. Sendo assim, a depressão pode ser desencadeada pela diminuição deles, que são associados ao prazer e ao bem-estar.

Por isso, evitar pensamentos negativos e controlar o excesso de ansiedade é fundamental para minimizar os sintomas de estresse. Atividade física regular, assim como hábitos mais saudáveis, ajuda a melhorar a qualidade do sono, e traz bons resultados na luta contra a depressão.

3. Prisão de ventre

Distensão e dores abdominais, além de flatulência, são sintomas desconfortáveis muito comuns em pessoas em condição de estresse contínuo. Eles são estimulados pelo cérebro, por meio de sinais ao intestino, provocando irritação e sensibilidade no cólon. 

A síndrome do intestino irritável é uma doença grave e crônica e pode estar associada ao estresse. Para algumas pessoas, o efeito do esgotamento sobre o intestino pode resultar na alteração da microbiota intestinal, causando prisão de ventre.

A alimentação equilibrada tem sido uma das melhores alternativas para o controle da ansiedade, da saúde emocional, além de ser fundamental na superação de problemas causadores do estresse crônico.

4. Transtornos alimentares

As reações metabólicas do organismo podem entrar em desequilíbrio devido à falta ou ao excesso de alguns nutrientes. Isso ocorre, geralmente, em indivíduos que sofrem de transtornos alimentares, como a anorexia ou a compulsão por comida. Essas pessoas são mais predispostas ao estresse, em um sistema cíclico.

De alguma forma, o corpo tenta compensar o descontrole emocional com a ingestão excessiva de alimentos ou, até mesmo, com a abstinência. Assim, os transtornos alimentares também são responsáveis por desajustes funcionais do organismo, especialmente, quando os sentimentos mais dolorosos estão em evidência.

5. Problemas no coração

O estresse crônico pode provocar vasoconstrição das principais artérias e veias coronarianas, devido a alterações hormonais. A irregularidade no funcionamento do sistema circulatório pode levar à redução do fluxo sanguíneo e, consequentemente, ao aumento dos batimentos cardíacos e elevação da pressão sanguínea.

A evolução desse quadro pode causar o comprometimento das funções de outros órgãos de igual importância. Também pode provocar o enrijecimento das artérias, a formação de trombos, além de evoluir para doenças graves, como o AVC e o infarto.

6. Envelhecimento precoce

Muitas das substâncias usadas para controlar as emoções e o estresse agem de maneira antagônica ao metabolismo nas células. É o caso de alguns hormônios, como o cortisol, que são liberados em situações estressantes.

O excesso desses hormônios provoca reações que alteram o metabolismo, impedindo que agentes nocivos aos tecidos sejam processados. É o caso dos radicais livres, resíduos do processamento de algumas substâncias e da oxidação das células.

Esses radicais livres favorecem o envelhecimento da pele e dos tecidos ósseos e musculares, além da ocorrência de outras doenças. Além de evitar o estresse, é necessário se alimentar bem, com frutas, verduras e outros vegetais que contêm antioxidantes.

7. Úlcera no estômago

Acredita-se que o aumento do risco de úlcera no estômago pode estar relacionado ao estresse psicológico. Isso porque as situações estressantes liberam substâncias que induzem a uma maior acidez no estômago. A recorrência desse quadro pode provocar uma gastrite nervosa e, finalmente, a uma úlcera.

Os efeitos da úlcera são parecidos com aqueles associados à infecção pela bactéria H. pylori ou até mesmo pelo uso de medicamentos anti-inflamatórios, com a ocorrência de gastrites, dores abdominais, gases, entre outros sintomas. Nos casos mais graves, podem ocorrer sérias hemorragias, que devem ser reparadas com um procedimento cirúrgico.

8. Problemas de memória e concentração

Por fim, alguns estudos associam o estresse à morte dos neurônios e de células-tronco responsáveis pela formação de novas células neurológicas. O resultado da perda dessas células é a redução na capacidade de memorização e concentração, entre outros problemas.

Consequentemente, essas pessoas têm mais chances de ter doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson. O desenvolvimento de outras problemas e síndromes neurológicas também poderia estar ligado ao estresse, como a depressão, a síndrome do pânico e o transtorno bipolar. Ou seja, a condição pode afetar diretamente a nossa saúde mental.

O fato é que uma vida estressante pode levar a diversos problemas de saúde, de efeitos imediatos e de longo prazo. Por isso, é importante a ajuda de um profissional para a identificação dos primeiros sinais do problema. Dessa forma, é possível receber o tratamento adequado e os cuidados para a saúde mental e para o restabelecimento do equilíbrio emocional.

Além disso, é bom destacar que os prejuízos do estresse podem ser evitados com a adoção de bons hábitos, como manter uma alimentação saudável, fazer atividade física regularmente, dormir bem e parar de fumar. Também é fundamental procurar relaxar, desfrutando de momentos agradáveis, que promovam o bem-estar físico e mental.

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